A Inserção da Educação Ambiental nos Cursos de Secretariado Executivo
Uma análise das Representações Docentes
DOI:
https://doi.org/10.63595/ambeduc.v31i1.19352Palabras clave:
Educação Ambiental, Secretariado Executivo, Ensino superior, Teoria das representações sociaisResumen
Este estudio tiene como objetivo comprender las representaciones sociales de los docentes de Secretariado Ejecutivo en instituciones públicas de educación superior de Paraná en relación con las acciones institucionales vinculadas a la Educación Ambiental (EA). El problema central se encuentra en la escasez de estudios que aborden la inserción de la EA en los planes de estudio de estos cursos, a pesar de la creciente relevancia del tema en el contexto organizacional. La justificación se basa en la necesidad de formar profesionales capacitados para actuar con sostenibilidad en las empresas, en consonancia con la legislación vigente sobre EA en la educación superior. La investigación se fundamenta en la Teoría de las Representaciones Sociales de Serge Moscovici, que contribuye a comprender las percepciones docentes sobre la EA. Metodológicamente, se realizó un estudio cualitativo con 11 docentes mediante entrevistas y análisis textual utilizando el software IRAMUTEQ para identificar las principales coocurrencias en las respuestas. Los resultados indican que, aunque existen acciones puntuales como proyectos de gestión de residuos y ahorro de energía, la inserción de la EA en los planes de estudios de Secretariado Ejecutivo es insuficiente y, en muchos casos, informal. Las docentes señalan la falta de claridad y formación sobre el tema como obstáculos para su implementación efectiva. Se concluye que existe una necesidad urgente de formalizar la inclusión de la EA en los Proyectos Pedagógicos de Curso (PPC) y de fomentar una conciencia ambiental más amplia e interdisciplinaria.
Descargas
Citas
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith. A abordagem estrutural das representações sociais. Psicologia da Educação, São Paulo, n. 14-15, p. 17–37, 2002.
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith. Representações sociais: aspectos teóricos e aplicações à educação. Em Aberto, Brasília, v. 14, n. 61, p. 60–78, 1994.
ANDRADE, Rui Otávio; TACHIZAWA, Takeshy. Gestão socioambiental: estratégias na nova era da sustentabilidade. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2016.
BATISTA, Maria do Socorro da Silva. Educação ambiental no ensino superior: reflexões e caminhos possíveis. 1. ed. Curitiba: Appris, 2017.
BILERT, Vania Silva de Souza. A educação ambiental na universidade: um estudo nos cursos da área das ciências sociais aplicadas nas instituições de ensino superior públicas (IES) no Paraná. 2013. 147 f. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Regional Sustentável) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2013.
BÍSCOLI, Fabiane Regina Veloso; CIELO, Ivan Dutra. Gestão organizacional e o papel do secretário executivo. Revista Expectativa, Toledo, v. 3, n. 1, p. 11–19, 2004.
BRASIL. Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 28 abr. 1999. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm. Acesso em: 18 jun. 2018.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Programa nacional de educação ambiental – ProNEA. 3. ed. Brasília, 2005.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução nº 3, de 23 de junho de 2005. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Secretariado Executivo. Diário Oficial da União, Brasília, 24 jun. 2005. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rces003_05.pdf. Acesso em: 10 jun. 2018.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. Diário Oficial da União, Brasília, 18 jun. 2012. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp002_12.pdf. Acesso em: 10 jun. 2018.
CAMARGO, Bruno Valverde; JUSTO, Antônio Marcos. IRAMUTEQ: um software gratuito para análise de dados textuais. Temas em Psicologia, Ribeirão Preto, v. 21, n. 2, p. 513–518, 2013. DOI: 10.9788/tp2013.2-16.
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Em direção ao mundo da vida: interdisciplinaridade e educação ambiental. Brasília: Instituto de Pesquisas Ecológicas, 1998.
IPCC. Aquecimento global de 1,5 °C: sumário para formuladores de políticas. Brasília: MCTIC, 2019. Disponível em: https://www.ipcc.ch/site/assets/uploads/2019/07/SPM-Portuguese-version.pdf. Acesso em: 10 set. 2024.
JODELET, Denise. Representações sociais: um domínio em expansão. In: JODELET, Denise (org.). As representações sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2001. p. 17–44.
JOVCHELOVITCH, Sandra. Os contextos do saber: representações, comunidade e cultura. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
LAYRARGUES, Philippe Pomier. Como desenvolver uma consciência ecológica? In: TAMAIO, Irineu; SINICCO, Sônia (org.). Educador ambiental: seis anos de experiências e debates. São Paulo: WWF, 2000. p. 89–102.
LAYRARGUES, Philippe Pomier. A crise ambiental e suas implicações na educação. In: QUINTAS, José Silva (org.). Pensando e praticando a educação ambiental na gestão do meio ambiente. 3. ed. Brasília: IBAMA, 2006. p. 203–215.
LEFF, Enrique. Pensar a complexidade ambiental. In: LEFF, Enrique (org.). A complexidade ambiental. São Paulo: Cortez, 2003. p. 15–34.
LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2015.
LOUREIRO, Carlos Frederico Bernardo. Educação ambiental transformadora. In: LAYRARGUES, Philippe Pomier (org.). Identidades da educação ambiental brasileira. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2004. p. 65–84.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (Brasil). Cadastro Nacional de Cursos e Instituições de Educação Superior – Sistema e-MEC. Brasília, 2020. Disponível em: http://emec.mec.gov.br/. Acesso em: 20 mar. 2020.
MESQUITA, Anabela; OLIVEIRA, Luciana; SEQUEIRA, Ana. The future of the digital workforce. In: ROCHA, Álvaro et al. (org.). New knowledge in information systems and technologies. Cham: Springer, 2019. v. 930, p. 25–38. DOI: 10.1007/978-3-030-16181-1.
MOSCOVICI, Serge. A representação social da psicanálise. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
MOSCOVICI, Serge. Natureza: para pensar a ecologia. Rio de Janeiro: Mauad X, 2007.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Relatório dos indicadores para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Brasília, 2020. Disponível em: https://odsbrasil.gov.br/relatorio/sintese. Acesso em: 11 dez. 2020.
PAES, Raul Vicente de Oliveira et al. Novas formas de atuação do profissional de secretariado executivo. Revista de Gestão e Secretariado, São Paulo, v. 6, n. 1, p. 99–125, jan./abr. 2015. DOI: 10.7769/gesec.v6i1.318.
PARANÁ. Agenda 21 Paraná: bases para o plano estadual de desenvolvimento sustentável. Curitiba, 2018.
PARANÁ. Decreto nº 9.958, de 23 de janeiro de 2014. Regulamenta a Política Estadual de Educação Ambiental. Diário Oficial do Estado do Paraná, Curitiba, 2014.
PARANÁ. Deliberação CEE nº 004/2013. Institui normas estaduais para a Educação Ambiental. Curitiba, 2013.
PARANÁ. Deliberação CEE/PR nº 01/2017. Curitiba: Conselho Estadual de Educação, 2017.
PARANÁ. Lei nº 17.505, de 11 de janeiro de 2013. Institui a Política Estadual de Educação Ambiental. Curitiba, 2013.
PENA-VEGA, Alfredo. O despertar ecológico: Edgar Morin e a ecologia complexa. Rio de Janeiro: Garamond, 2005.
PEREIRA, Tânia Maria et al. A potencialidade da TRS para o ensino de Química. In: MAGALHÃES JÚNIOR, Carlos Alberto de Oliveira (org.). Representações sociais, formação de professores e educação. Rio de Janeiro: Bonecker, 2018. p. 219–240.
REIGOTA, Marcos. O que é educação ambiental. São Paulo: Brasiliense, 2017.
SANTIAGO, Cibele da Silva; ROCHA, Tânia Lima da Costa Gama da; SANCHES, Fernanda Canevesi. O profissional de Secretariado Executivo como agente facilitador. In: SANTIAGO, Cibele da Silva; FRANÇA, Edson (org.). Secretariado & sustentabilidade. João Pessoa: UFPB, 2018. p. 73–110.
SANTOS, Magda Elisabete dos; MORETTO, Cleide Fátima. O mercado de trabalho do secretário executivo. Secretariado em Revista, Passo Fundo, v. 7, n. 1, p. 21–35, 2011.
SANTOS, Thais Moreira dos. Resiliência, proatividade e organização. Revista Scribes, v. 1, n. 1, p. 90–107, jul. 2020. DOI: 10.33228/scribes.2020.v1.10638.
SORRENTINO, Marcos et al. Educação ambiental como política pública. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 2, p. 285–299, maio/ago. 2005.
SOUZA, Valéria Maranhão. Para o mercado ou para a cidadania? Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 21, n. 64, p. 121–142, 2016. DOI: 10.1590/S1413-24782016216407.
TODOROV, Maria do Carmo Andrade. O profissional de secretariado e a sustentabilidade. In: D’ELIA, B.; AMORIM, M.; SITA, M. (org.). Excelência no secretariado. São Paulo: Ser Mais, 2013. p. 367–374.
TODOROV, Maria do Carmo Andrade; KNIESS, Cintia Terezinha; CHAVES, Maria Salet. As competências do profissional de secretariado. Revista de Gestão e Secretariado, São Paulo, v. 4, n. 3, p. 189–209, 2013.
TOMANIK, Eduardo Antonio. O papel político da Teoria das Representações Sociais. In: MAGALHÃES JÚNIOR, Carlos Alberto de Oliveira (org.). Representações sociais, formação de professores e educação. Rio de Janeiro: Bonecker, 2018. p. 13–24.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Fernanda Cristina Sanches-Canevesi, Solange Franci Raimundo Yaegashi, Samantha Frohlich

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Os (as) autores(as) que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos: Os (as) autores(as) mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações (CC BY-NC-ND 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista. Os (as) autores(as) têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista. Os (as) autores(as) têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) em qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.







