Epistemologias decoloniais e a sociopoética como possibilidade metodológica na Educação Ambiental
diálogos em problemas territoriais
DOI:
https://doi.org/10.63595/ambeduc.v30i3.19644Palabras clave:
Educación Ambiental, Sostenibilidad, Metodologías Activas, TIDICs, Sociopoetic, Diálogo, decolonialidadResumen
Constituida como un paradigma dominante desde mediados del siglo XVIII, la ciencia occidental, con sus ideales homogeneizantes, ha determinado sus métodos de investigación como únicos, dictando lo que sería legitimado o no. Es en este modelo de conocimiento que aún se basan las principales formas de producción de conocimiento hasta la actualidad. Desde hace algún tiempo, esta ciencia muestra signos de crisis. En este sentido, más recientemente, hemos observado la emergencia de epistemologías que se dedican a pensar en cómo hacer una ciencia que esté comprometida con las necesidades de los pueblos colonizados. Este trabajo tiene como objetivo entrelazar las convergencias de algunas teorías en decolonialidad con la metodología sociopoética como un ejemplo para este tipo de producción de conocimiento. Para tal fin, ejemplificamos a través de una experiencia sociopoética de educación ambiental realizada con niños en una escuela de la red municipal de educación de Río de Janeiro, que permitió reflexiones importantes sobre sus cotidianidades en los territorios. Con ella, pudimos demostrar el alineamiento de la metodología con las epistemologías presentadas.
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