Co-creando un mundo de mezclas: narrativas sensoriales en un paisaje más que humano
narrativas sensoriais em uma paisagem mais-que-humana
DOI:
https://doi.org/10.63595/ambeduc.v30i3.19487Palabras clave:
Aprendizaje Sensorial, Cuerpo, Paisaje, Experimentación, Educación AmbientalResumen
En este ensayo, invitamos a practicar otras formas de expresión – de percibir, leer, escribir, sentir, recrear la vida. Este ejercicio implica fortalecer una educación de la atención o una educación ambiental que nos anime a imaginar y experimentar otras formas, más sensibles, de habitar el mundo y convivir con todos sus habitantes (incluidos los seres humanos). El hilo conductor de esta narrativa es la experiencia y la inmersión biográfica en el universo multisensorial de una práctica artesanal afectiva, no utilitaria y orientada ecológicamente. Es un viaje lleno de olores, sueños y afectos, construido a partir de la mezcla creativa de seres, cosas, paisajes, recuerdos y acontecimientos.
Descargas
Citas
BARROS, Manoel de. Livro sobre nada. Rio de Janeiro: Editora Record, 1996.
BRUM, Eliane. Banzeiro Òkòtó: uma viagem à Amazônia centro do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2021.
CHIESA, Gustavo Ruiz. À procura da vida: pensando com Gregory Bateson e Tim Ingold a respeito de uma percepção sagrada do ambiente. Revista de Antropologia, v. 60, n. 2, p. 410–435, 2017. DOI: https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2017.137315
CHIESA, Gustavo Ruiz. Caminhando com tartarugas: sagrado, infância e outras analogias. Debates do NER, Porto Alegre, ano 18, n. 31, p. 99-112, jan./jun. 2017. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8136.70901
CHIESA, Gustavo Ruiz. A sua religião é a Antropologia: histórias e (des)caminhos de um antropólogo-aprendiz em um terreiro de Umbanda. Religião e Sociedade, v. 40, n. 2, p. 215-236, 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/0100-85872020v40n2cap10
CIXOUS, Hélène. O riso da medusa. Rio de Janeiro: Bazar do tempo, 2022.
DURAS, Marguerite. Escrever. Rio de Janeiro: Rocco, 1993.
FAVRET-SAADA, Jeanne. Être Affecté. Gradhiva: Revue d’Histoire et d’Archives de l’Antropologie, n. 8. p. 3-9, 1990. DOI: https://doi.org/10.3406/gradh.1990.1340
HAMILAKIS, Yannis. Arqueologia y Sensorialidad: Hacia una ontología de afectos y flujos. Vestígios - Revista Latino-Americana de Arqueologia Histórica. v. 9, n. 1, p.32-53, jan./jun. 2015. DOI: https://doi.org/10.31239/vtg.v9i1.10579
HAMILAKIS, Yannis. Eleven theses on the archeology of the senses. World Archeology, v. 31, n. 3, p. 263-273, 1999.
IARED, Valéria. (Eco)Narrativa de uma caminhada na floresta australiana. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, v. 36, n. 3, p. 198-212, 2019. DOI: https://doi.org/10.14295/remea.v36i3.9528
IARED, Valéria; OLIVEIRA, Haydée; PAYNE, Phillip. The aesthetic experience of nature and hermeneutic phenomenology. The Journal of Environmental Education, v. 47, p. 191-201, 2016. DOI: https://doi.org/10.1080/00958964.2015.1063472
INGOLD, Tim. Antropologia e/como Educação. Petrópolis: Vozes, 2020.
INGOLD, Tim. Antropologia: para que serve? Petrópolis: Vozes, 2019.
INGOLD, Tim. Chega de etnografia! A educação da atenção como propósito da antropologia. Educação, v. 39, n. 3, p. 404-411, 2016. DOI: https://doi.org/10.15448/1981-2582.2016.3.21690
INGOLD, Tim. Estar vivo: ensaios sobre movimento, conhecimento e descrição. Petrópolis: Vozes, 2015a.
INGOLD, Tim. O dédalo e o labirinto: caminhar, imaginar e educar a atenção. Horizontes Antropológicos, v. 21, n. 44, p. 21-36, 2015b. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-71832015000200002
KRENAK, Ailton. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020a.
KRENAK, Ailton. Caminhos para a cultura do bem-viver. Rio de Janeiro: Escola Parque, 2020b.
KRENAK, Ailton. Futuro Ancestral. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2020c.
KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: Palavras de um xamã yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
LISPECTOR, Clarice. A paixão segundo G.H. Rio de Janeiro: Rocco, 2020.
LISPECTOR, Clarice. Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 2019.
MEIRA, Pablo; SATO, Michèle. Só os peixes mortos não conseguem nadar contra a correnteza. Revista de Educação Pública, v. 14, n. 25, p. 17-31, 2005.
MEYER, Birgit; VERRIPS, Jojada. Aesthetics. In: MORGAN, David (Org.). Key Words in Religion, Media and Culture. Basingstoke: Routledge, 2008.
PAYNE, Phillip et al. Affectivity in environmental education research. Pesquisa em Educação Ambiental, v. 13, Edição Especial, p. 93-114, 2018. DOI: https://doi.org/10.18675/2177-580X.vol13.Especial.p92-114
PELLINI, José Roberto. Paisagens: práticas, memórias e narrativas. Habitus, v. 12, n. 1, p. 125-142, 2014. DOI: https://doi.org/10.18224/hab.v12.1.2014.125-142
PUSSETI, Chiara. Quando o campo são emoções e sentidos. Apontamentos de etnografia sensorial. In: MARTINS, Humberto; MENDES, Paulo Mendes (org.). Trabalho de campo: envolvimento e experiências em antropologia. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, 2016, p. 39-56.
ROSA, Hartmut. ¡Aceleremos la resonancia! Barcelona: Ned Ediciones, 2023.
ROSA, Hartmut. Aceleração: a transformação das estruturas temporais na modernidade. São Paulo: Editora Unesp, 2019.
RUFINO, Luiz. Vence-demanda: educação e descolonização. Rio de Janeiro: Mórula, 2021.
STEIL, Carlos Alberto; CARVALHO, Isabel. Epistemologias ecológicas: delimitando um conceito. Mana, v. 20, n. 1, p. 163-183, 2014. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-93132014000100006
UNGER, Nancy Mangabeira. O encantamento do humano: ecologia e espiritualidade. São Paulo: Loyola, 1991.
WERÁ, Kaká. Tekoá: uma arte milenar indígena para o bem-viver. Rio de Janeiro: Bestseller, 2024.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Raquel Moraes de Brum, Gustavo Ruiz Chiesa

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Os (as) autores(as) que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos: Os (as) autores(as) mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações (CC BY-NC-ND 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista. Os (as) autores(as) têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista. Os (as) autores(as) têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) em qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.







