Mi repertorio de pequeñas alegrías: el diálogo entre afectividad y ocio en el Parque Olhos D'água (DF).
o diálogo entre afetividade e lazer no Parque Olhos D'água (DF)
DOI:
https://doi.org/10.63595/ambeduc.v30i3.18641Palabras clave:
Afectividad, Ocio, Pandemia de COVID-19, Parque Ecológico Olhos D'água, Teoría de los afectosResumen
El objetivo es comprender la experiencia afectiva de los usuarios del parque que frecuentan y analizar cómo se produce el diálogo entre ocio y afectividad. El abordaje se basó en un estudio de caso realizado en el Parque Olhos D'água, localizado en la ciudad de Brasília (DF). Los datos se recogieron mediante observación directa, construcción de un mapa afectivo de los usuarios del parque y entrevistas móviles semiestructuradas, combinadas con investigación bibliográfica y documental. Para el análisis de los datos, se utilizó la triangulación de métodos y técnicas, basada en el tratamiento de los datos empíricos y el diálogo con los autores. Los resultados muestran que, a nivel individual, los participantes experimentan una experiencia de ocio rica y placentera, manifestada por una estima del lugar que los potencializa. Desde el punto de vista colectivo, no se implican en acciones que impliquen al parque en una visión sistémica de los procesos socioambientales. La afectividad es un elemento que potencia, pero no define, la acción colectiva.
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