Ciencia, Arte y Educación: para un aprendizaje medioambiental más sensorial y afectivo
por um aprendizado ambiental mais sensorial e afetivo
DOI:
https://doi.org/10.63595/ambeduc.v30i3.19544Palabras clave:
Educación medioambiental, Artes plásticas, Sensorialidad, Afectividad, SostenibilidadResumen
La educación ambiental, como proceso de resignificación de la relación entre el ser humano y el medio ambiente, necesita ampliar sus medios de sensibilización más allá de la oralidad o la escritura, explorando nuevos formatos y lenguajes centrados sobre todo en las emociones, estimuladas a su vez por la expansión sensorial. Es necesario repensar el concepto antropocéntrico de sostenibilidad, respetando las múltiples interacciones que se establecen entre humanos y no humanos para promover una convivencia armoniosa. Este trabajo demuestra cómo la apropiación del lenguaje artístico, concretamente de las artes plásticas, en la promoción de la Educación Ambiental puede tener un poderoso efecto tanto en el aprendizaje del aspirante a educador como en la sensibilización del espectador, promoviendo, a través de los estímulos multisensoriales que aglutina el Arte, una reflexión más profunda sobre nuestras relaciones con las otras especies que comparten este planeta con nosotros.
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