Educación Ambiental Decolonial como Reforestación Epistémica
Enfrentamientos al Antropoceno y a la Desertificación Curricular
DOI:
https://doi.org/10.63595/ambeduc.v30i3.19723Palabras clave:
Educación ambiental decolonial, Reforestación epistémica, Antropoceno, Desertificación curricular, Cosmologías afro-indígenasResumen
Frente al colapso ambiental engendrado por la racionalidad colonial y extractivista, este artículo propone la educación ambiental decolonial como una práctica de resistencia y cuidado, basada en cosmopercepciones afroindígenas. Inspirado en el movimiento ético, político y pedagógico de la reforestación epistémica como forma de reencantar el mundo, buscamos comprender cómo la educación ambiental decolonial puede actuar para enfrentar las múltiples expresiones del antropoceno y la desertificación curricular a través de ecopedagogías nutridas por cosmologías ancestrales. La investigación adopta un enfoque cualitativo y situado, orientado por la fenomenología existencialista, en diálogo con autores negros e indígenas. Los resultados indican que la educación ambiental, cuando se enraíza en los cuerpos-territorios, se convierte en terreno fértil para la reforestación epistémica y la creación de ecopedagogías. Defendemos así su poder insurgente, rechazando el fin del mundo e insistiendo en cultivar el mañana.
Palabras-clave: Educación ambiental decolonial. Reforestación epistémica. Antropoceno. Desertificación curricular. Cosmologías afro-indígenas.
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