Pedagogia da palavração ambiental para currículos “à beira do mundo”

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.63595/ambeduc.v30i3.19092

Palabras clave:

Educação ambiental, currículo cultural, pedagogia, cinema

Resumen

El presente artículo, inspirado en un documental brasileño titulado “Estamira”, aborda los principios de la “pedagogía de la palavración ambiental”. Se trata de una pedagogía que hace de la palabra su principal forma de expresión, de la materia viva y lacerante su contenido y, en esta composición, ofrece otras imágenes para un mundo en vértigo. El argumento que se defiende es que una “pedagogía de la palavración ambiental” crea otras imágenes que sustentan maneras más generosas de existir y de reexistir, señalando caminos más esperanzadores hacia un mañana posible, liberando a los sujetos de la lógica apocalíptica forjada por el contexto de la emergencia climática y de toda la barbarie que de ella se deriva. Concluimos que tal pedagogía, atenta a los ruidos del mundo, produce efectos de desterritorialización en los territorios curriculares, buscando, a través de su poética, liberar la vida que padece en imágenes lastimeras y de destrucción.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Evanilson Gurgel, Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) - Brasil

Professor Adjunto da Universidade Federal Rural do Semi-árido, Centro Multidisciplinar de Angicos. Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Ensino (UERN/IFERN/UFERSA). Doutor em Educação (UFBA), Mestre em Educação (UFRN), licenciado em Ciências Biológicas (UFRN) e em Pedagogia (UNINTER). E-mail: evanilson.gurgel@ufersa.edu.br 

Marlécio Maknamara, Universidade Federal da Paraíba (UFPB) - Brasil

Doutor em Educação: Conhecimento e Inclusão Social pela UFMG (2011). Bolsista PQ do CNPq. Coordenador do Curso de Aperfeiçoamento em Educação Ambiental e Justiça Climática no Nordeste/SECADI/MEC. Permanente do PPGE/UFBA (desde fev/2017) e do PPGE/UFPB (desde ago/2022) e colaborador do PPGECM/UFV (desde dez/2024). E-mail: maknamaravilhas@gmail.com

Citas

CARVALHO, Alexandre Filordi; GALO, Sílvio. Do sedentarismo ao nomadismo: intervenções para pensar e agir de outros modos em educação. ETD - Educação Temática Digital, Campinas, v. 12, n.1, p. 280-302, jul./dez. 2010.

DELEUZE, GILLES. Crítica e clínica. São Paulo: Editora 34, 2011.

DELEUZE, Gilles; PARNET, Claire. Diálogos. São Paulo: Editora Escuta, 1998.

FOUCAULT, Michel. Entrevista. In: DREYFUS, H.; RABINOW, P. (orgs.). Michel Foucault, uma trajetória filosófica: para além do estruturalismo e da hermenêutica. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995.

FOUCAULT, Michel. A Coragem da Verdade. São Paulo: WMF/Martins Fontes, 2014.

GUATTARI, Félix. A revolução molecular. São Paulo: Ubu Editora, 2024.

GURGEL, Evanilson; MAKNAMARA, Marlécio. Currículo-slasher e dispositivo da catastrofização: nas entranhas de uma subjetividade zumbi. Série-Estudos, Campo Grande, v. 27, n. 61, p. 71-93, set./dez. 2022.

GURGEL, Evanilson; MAKNAMARA, Marlécio. Zapear: arsenal metodológico para sintonizar políticas de morte e escapes afirmativos em um currículo. Acta Scientiarum. Education, Maringá, v. 45, n. 1, p. 1-17, 2023.

HARAWAY, Donna. Ficar com o Problema: fazer parentes no chthuluceno. São Paulo: n-1 edições, 2023.

HARAWAY, Donna. A reinvenção da natureza: símios, ciborgues e mulheres. São Paulo: Editora WMF, 2023b.

HARAWAY, Donna. Ficando com o Problema – Entrevista com Donna Haraway. Ilha Revista de Antropologia, v. 25, n. 3, p. 107-115, set. 2023c.

HARAWAY, Donna. O manifesto das espécies companheiras: cachorros, pessoas e alteridade significativa. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2023d.

MAKNAMARA, Marlécio. Currículo, gênero e nordestinidade: o que ensina o forró eletrônico? 2011. 151f. Tese (doutorado) – Faculdade de Educação, UFMG, Belo Horizonte, 2011.

MAKNAMARA, Marlécio. Educação ambiental e nordestinidade: desafios à práxis ecologista. Revista Brasileira de Educação Ambiental, [S.l.], v. 7, n. 2, p. 10-17, 2013.

MAKNAMARA, Marlécio. Formação como subjetivação: docentes de ciências diante da cultura ecologista em espaços verdes urbanos. Sisyphus Journal of Education, Lisboa, v. 13, n. 01, p. 176-196, 2025.

POVINELLI, Elizabeth. Geontologias: um réquiem para o liberalismo tardio. São Paulo: Ubu Editora, 2023.

PRECIADO, Paul B. Dysphoria mundi: o som do mundo desmoronando. Rio de Janeiro: Zahar, 2023.

REIGOTA, Marcos. A contribuição política e pedagógica dos que vem das margens. Teias, v. 11, s./n, p. 1-6, 2010.

REIGOTA, Marcos. O que é Educação Ambiental. São Paulo: Brasiliense, 2016.

SANTOS, Antônio Bispo dos. A terra dá, a terra quer. São Paulo: Editora Ubu, 2023.

SILVA, Lêda; CHAVES, Silvia. Nosso vizinho, o apocalipse: mídia e educação em tempos de (in)cons/ciência. Em aberto, v. 31, n. 103, p. 149-160, set./dez. 2018.

Publicado

2025-12-24

Cómo citar

Gurgel, E., & Maknamara, M. (2025). Pedagogia da palavração ambiental para currículos “à beira do mundo”. Ambiente & Educação: Revista De Educação Ambiental, 30(3), 1–19. https://doi.org/10.63595/ambeduc.v30i3.19092

Artículos similares

<< < 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.