Critical environmental education beyond anthropocentrism
discourses and learning in Laura McKay’s literature
DOI:
https://doi.org/10.63595/ambeduc.v30i3.19826Keywords:
Antropocentrismo, Literatura contemporânea, Comunicação interespecífica, Educação Ambiental, Pós-humanismoAbstract
This article examines how Laura McKay’s The Animals in That Country (2020) displaces anthropocentric sensibilities by exposing fragmented, sensorial animal voices, taking this aesthetics of discomfort as a pedagogical operator in critical environmental education. Grounded in critical posthumanist frameworks, it combines close reading with qualitative–interpretivist content analysis to observe formal choices and situate them within socio‑economic devices of exploitation. The results show that the novel institutes a pedagogy of listening by turning zoonosis into a narrative device that destabilizes human epistemic privilege, revealing animal trauma, mourning, and strategies of resistance without moralistic relapses. It argues that working with this text in the classroom demands methodologies that sustain opacity and transform discomfort into ethical reflection and collective action, avoiding interpretive domestication.
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