Letramento na Educação Ambiental: um exemplo de sustentabilidade

Autores

  • Petronilha Alice Almeida Meirelles UNISUAM - Centro Universitário Augusto Motta
  • Carlos Alexandre Bastos de Vasconcellos UNISUAM - Centro Universitário Augusto Motta
  • Ana Maria Pires Novaes Universidade Estácio de Sá

Palavras-chave:

letramento, educação ambiental, sustentabilidade

Resumo

O presente artigo visa apresentar o letramento como uma ferramenta para a educação ambiental, em prol da sustentabilidade. Entende-se que a leitura permite uma maior compreensão do mundo. Logo, quem sabe inferir nas linhas e entrelinhas de um texto, consegue entender melhor o mundo em que vive. Foi nesse sentido que surgiu a proposta de letramento integrada à educação ambiental, realizada mediante a leitura de gêneros textuais. A proposta foi motivada pela Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio + 20, no sentido de conscientização da importância de conservar e preservar o meio ambiente. Tal proposta busca equilibrar o modo de vida, a economia com as tradições culturais e o respeito aos recursos naturais da Terra. Para tanto, recorre-se a propostas educacionais transdisciplinares de modo a desenvolver a ética e promover o respeito às necessidades humanas compatíveis com o uso sustentável dos recursos naturais, possibilitando o desenvolvimento local e global. Nesse sentido, este trabalho, através do letramento, procura contribuir para a reflexão sobre o meio ambiente a fim de preparar o indivíduo para viver e trabalhar de maneira sustentável.

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Biografia do Autor

Petronilha Alice Almeida Meirelles, UNISUAM - Centro Universitário Augusto Motta

Graduação em Letras - Português/ Literatura Brasileira, Pós-graduação em Linguística aplicada ao ensino da língua materna (UNISUAM), Língua Portuguesa em fase final (UNISUAM) e curso superior de Espanhol pela Casa de Espanha. Professora da Rede Municipal do Rio de Janeiro, atualmente na função de Coordenador Pedagógico. Experiência em alfabetização com textos; em leitura/ escrita; gramática textual e produção textual que abarca todos os anos do Ensino Fundamental e Médio. Dinamizadora de oficina de gêneros textuais para professores. Atualmente aluna da UNISUAM no Mestrado Profissional de Desenvolvimento Local. Linha de pesquisa: "Letramento e inclusão social: a leitura e a escrita em turmas de EJA".

Carlos Alexandre Bastos de Vasconcellos, UNISUAM - Centro Universitário Augusto Motta

Possui graduação em Engenharia de Fortificação e Construção pelo Instituto Militar de Engenharia (1996); Mestrado em Engenharia Mecânica pelo Instituto Militar de Engenharia (2001); Doutorado em Engenharia Civil pela COPPE/UFRJ (2008) na área de Recursos Hídricos e Pós-Doutorado em Engenharia Civil pela Universidade de Coimbra - Portugal. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em Recursos Hídricos, atuando principalmente nos seguintes temas: métodos numéricos em recursos hídricos, hidrologia subterrânea, modelos hidrológicos, hidráulica, fenômenos de transporte, saneamento básico, instalações prediais, conforto térmico e sustentabilidade ambiental em obras. Atualmente é Professor Adjunto do Instituto Militar de Engenharia no curso de graduação em Engenharia de Fortificação e Construção e Engenharia Cartográfica; e na pós-graduação (nível mestrado) em Engenharia de Transportes. Na UNISUAM é Professor do curso de graduação em Engenharia Civil e do Mestrado em Desenvolvimento Local.

Ana Maria Pires Novaes, Universidade Estácio de Sá

Doutorou-se em Letras (subárea Estudos Linguísticos) em 2005, na Universidade Federal Fluminense, sob a orientação do Professor Doutor Carlos Eduardo Falcão Uchôa. Nesta mesma instituição, obteve o grau de Mestre em Letras (2000), com pesquisa sobre a incidência dos conectores oracionais no português escrito contemporâneo. Graduou-se em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e, desde então, preocupa-se com questões relativas ao ensino de língua materna. É professora Adjunta da UNISUAM onde atua no curso de Mestrado Profissional Interdisciplinar em Desenvolvimento Local, na Graduação e na Pós-Graduação lato sensu. Coordenou de 2003 a 2012 o projeto de Extensão da UNISUAM Nivelamento em Língua Portuguesa. Coordena tambem o projeto Rodas de Leitura/ Formação de Leitores. É professora do Curso de Direito da Universidade Estácio de Sá. Durante muitos anos, foi professora docente I do Curso Normal Superior do Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro ISERJ e coordenou a equipe de Língua Portuguesa e Literatura do Curso de Formação de Professores desta instituição. Atualmente, desennvolve projeto de iniciação científica, aprovado pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - FAPERJ, em dezembro de 2011, Práticas Discursivas, Letramento e Gêneros Textuais: uma proposta de ensino de leitura e escrita em escola pública de Ensino Médio do Estado do Rio de Janeiro , cujo objetivo é a melhoria dos índices de desempenho dos alunos do Ensino Médio do CIEP-326-Professor César Pernetta, localizado no Parque União, Complexo da Maré, Bonsucesso, Rio de Janeiro. Define como sua principal área de atuação a Língua Portuguesa e seu ensino dentro de uma perspectiva interacionista, inspirada por Bakhtin. Termos mais freqüentes na contextualização da produção científica são: gêneros discursivos; leitura e produção de textos; interdisciplinaridade; práticas sociais e ensino de língua materna; descrição do português. Como professora do Mestrado Profissional Interdisciplinar em Desenvolvimento Local vem desenvolvendo pesquisa sobre letramento e educação não formal, educação e suas relações com o trabalho e o ambiente, linguagem e cultura popular.

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Publicado

2014-07-25

Como Citar

Meirelles, P. A. A., Vasconcellos, C. A. B. de, & Novaes, A. M. P. (2014). Letramento na Educação Ambiental: um exemplo de sustentabilidade. Ambiente &Amp; Educação, 18(2), 93–104. Recuperado de https://periodicos.furg.br/ambeduc/article/view/3758

Edição

Seção

Artigos