Vermicomposteira em escolas como alternativa de tratamento de resíduos sólidos orgânicos

Autores

  • Evandro De Freitas Companhia Riograndense de Saneamento - Corsan
  • Ramiro Pereira Bisognin Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - UERGS
  • Robson Evaldo Gehlen Bohrer Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - UERGS
  • Raquel Schmatz Universidade Federal de Santa Maria - UFSM
  • Bruno Chaves Universidade Federal de Santa Maria - UFSM
  • Marciel Redin Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - UERGS

DOI:

https://doi.org/10.14295/ambeduc.v23i3.7706

Palavras-chave:

Restos de alimentos, Vermicompostagem, Biofertilizante

Resumo

O objetivo do estudo foi avaliar a eficiência da vermicompostagem no tratamento de resíduos sólidos orgânicos alimentares, e caracterizar a composição química do vermicomposto e chorume produzidos. O vermicomposto e o chorume foram quimicamente analisados após 90 dias, com vistas ao uso agrícola. Ainda, realizou-se uma abordagem econômica com a implantação de vermicomposteiras domiciliares no município de execução do trabalho. O pH em água do vermicomposto após sua estabilização foi de 8,2 e relação C/N de 13,2, já o pH do chorume foi de 3,78 e C/N solúvel de 4,6. Através disso, verificou-se que a vermicompostagem é uma alternativa ambiental e economicamente viável, que alia a disposição adequada de resíduos sólidos orgânicos ao aproveitamento agrícola - tanto do vermicomposto quanto do biofertilizante para culturas.

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Publicado

2018-12-22

Como Citar

De Freitas, E., Bisognin, R. P., Bohrer, R. E. G., Schmatz, R., Chaves, B., & Redin, M. (2018). Vermicomposteira em escolas como alternativa de tratamento de resíduos sólidos orgânicos. Ambiente &Amp; Educação, 23(3), 365–378. https://doi.org/10.14295/ambeduc.v23i3.7706

Edição

Seção

Artigos