Anúncios

 
 
  • Venha conhecer e participar dos Dossiês 2026-2027

    13-01-2026

    CHAMADA DE SUBMISSÕES/Dossiês Temáticos 2026–2027

    A Revista Diversidade e Educação torna pública a chamada para submissões de trabalhos para seus dossiês temáticos de 2026 e 2027, reunindo debates contemporâneos sobre educação, docências, epistemologias insurgentes, corpos, gêneros, sexualidades, interseccionalidades, cultura e direitos humanos.

    DOSSIÊ 2026
    • DOSSIÊ: Lesbianidades feministas e docências: arte e criação de mundos possíveis (2026)

    v. 14, n. 1, jan/jun 2026
    Prazo para envio 15 de abril de 2026.
    Organizadoras:
    Dayana Brunetto (UFPR)
    Amélia Maraux (UNEB)
    Simone Brandão (UFRB)
    Zuleide Paiva (UNEB)

    Este dossiê deseja se debruçar sobre as docências lésbicas e sapatão feministas, articuladas a potencialidade das artes, às imprevisibilidades, aos encontros, acontecimentos e encantamentos da criação de outros possíveis em educação. Deseja se encontrar com práticas docentes que entrelacem ética, estética e política; que se desloquem do pensar e fazer docência cartesiano; que escapem das garras da exigência insana de produtividade descorporificada e desencarnada da docência. Se agrada em tomar contato com docências que se constituam em oposição à ordem vigente de exploração capitalista, racista, machista, lesbofóbica, bifóbica, transfóbica, capacitista e desumanizadora. Se quer encantado por possibilidades de resistências pela arte e pela docência cotidiana. Se inspira em circularidades, ancestralidades, poéticas, performatividades e sensorialidades. Pretende deslocar o centro, se distanciar das normas rígidas, abraçar potencialidades do ensino, da pesquisa e da extensão universitária como espaços-tempos de produção de possíveis. Se espera encontrar, portanto, textos que se ofereçam como linhas de escape às questões do presente, às duras realidades do mundo atual. Em meio a tantas brutalidades, que estes textos se coloquem como um respiro e uma possibilidade de (re)encantamentos, de encontros e transformações.

    DOSSIÊ TRANSEPISTEMOLOGIA – SABERES INSURGENTES, CORPOS NARRATIVOS

    v. 14, n. 2, jul/dez 2026
    Prazo para envio 15 de agosto de 2026.
    Organizadora/r
    Drª Sara Wagner York/UNESP
    Dr. Rafael Leopoldo/ UFMG

    O Dossiê TRANSEPISTEMOLOGIA propõe reunir pesquisas, relatos e reflexões que evidenciem a potência política do saber produzido a partir de corpos trans, travestis e não-binários. Partimos da premissa de que a epistemologia não é neutra: ela é atravessada por relações de poder, regimes de verdade e disputas sobre quem tem o direito de narrar e legitimar a própria existência. Afirmamos que “essa é uma área crucial onde a epistemologia encontra a política e a própria existência”. A experiência trans, longe de ser objeto passivo de estudo, torna-se lugar de enunciação e crítica radical aos sistemas que historicamente patologizaram e silenciaram essas vidas. Convidamos todas, todos e todes que tencionam as discussões de uma EPISTEMOLOGIA TRANS/TRAVESTI, no entrelaçamento ontológico-ético-político-estético, a integrarem essa tessitura de iteração maquínica-acadêmica (YORK, 2025). O objetivo é repercutir nas discussões contemporâneas modos TRANS de pensar, fazer e narrar, trazendo ao centro: saberes-fazeres trans-acadêmicos, vozes desviantes e marginalizadas, corpos que perturbam a ordem normativa, naturalizada e normalizada.

    DOSSIÊ 2027
    • DOSSIÊ: “Interseccionalidades e estudos culturais em educação: corpos, gêneros e sexualidades em disputa” (2027)

    v. 15, n. 1, jan/jun 2027
    Prazo para envio 15 de abril de 2027.
    Organizador/as:
    Dr. Alcidesio Oliveira da Silva Junior (UEPB/RIECEdu)
    Dra. Carin Klein (ULBRA/RIECEdu)
    Dra. Clarice Antunes do Nascimento (SEDUC-RS/RIECEdu)
    Dr. Tássio Acosta (Unisanta/RIECEdu)

    Esta proposta de dossiê, organizada por integrantes da Rede Internacional de Estudos Culturais em Educação (RIECEdu), visa reunir contribuições ancoradas em teorizações pós-críticas, especialmente nos Estudos Culturais em Educação, que mobilizem análises interseccionais sobre corpos, gêneros e sexualidades. Interessa-nos acolher pesquisas que problematizem como os cruzamentos entre essas categorias, articulados a outros marcadores sociais e identitários como raça, pertencimento social, religião, deficiências, regionalidades, entre tantos outros, pois produzem regimes de visibilidade, normalização e poder na medida em que atravessam tanto o cotidiano escolar quanto as pedagogias culturais contemporâneas. Desejamos visibilizar as formas pelas quais essas interseccionalidades operam processos de regulação, vigilância e performatividade dos corpos, bem como estratégias de resistência, invenção e agência que emergem diante de discursos hegemônicos. Incentivamos análises que discutam pedagogias e currículos culturais (escolares e não escolares), educação sexual crítica, violências de gênero e LGBTfobias, representações midiáticas, culturas juvenis, tecnologias digitais, estéticas e modificações corporais, sempre situando corpos, gêneros e/ou sexualidades em suas múltiplas interseccionalidades. Os textos devem problematizar essencialismos identitários e contribuir para ampliar o debate político-pedagógico sobre as potências transformadoras presentes na desestabilização de normas que constituem corpos e subjetividades. A relevância desta proposta reside na urgência de aprofundar e privilegiar formas normativas de existência e a marginalizar modos de vida tomados como dissidentes. A Revista Diversidade e Educação constitui um espaço privilegiado para essa discussão, dado seu compromisso com temas que desafiam a norma e promovem o debate sobre diferença, diversidade e políticas curriculares. A perspectiva pós-crítica, especialmente articulada aos Estudos Culturais em Educação, campo privilegiado neste dossiê, fornece ferramentas analíticas para ir além, interrogando o social e desestabilizando suas naturalizações. Por meio dos Estudos Culturais em Educação se torna possível pensar lugares de aprendizagem que extrapolam os espaços formais, mas que, ainda assim, incidem diretamente no cotidiano escolar, permitindo que identidades e diferenças se construam em meio a representações, fissuras e resistências.

    • DOSSIÊ: Pedagogias e currículos culturais não-escolares dos artefatos audiovisuais e cinematográficos para pensar diferenças, diversidades e direitos humanos (2027)

    v. 15, n. 2, jul/dez 2027
    Prazo para envio 15 de agosto de 2027.
    Organizador/a
    Prof. Dr. Roney Polato de Castro – UFJF
    Profa. Dra. Constantina Xavier Filha – UFMS

    Os estudos culturais em educação vêm operando com a desterritorialização das ideias de educação, pedagogia e currículo de sua matriz enunciativa no campo da educação. Assim, argumenta-se que tais ideias circulam para além das instituições educacionais, entendendo que há pedagogias e currículos em processos educativos além dos espaços escolares. No contemporâneo, no âmbito das sociedades hiper-imagéticas, midiatizadas, conectadas e digitalizadas, as produções audiovisuais e cinematográficas vêm se articulando aos discursos e práticas sociais que educam modos de ser, pensar, agir e sentir. Filmes, séries, novelas, vídeos, propagandas, shows televisionados, clipes musicais, entre tantos outros, povoam nossos cotidianos. Tomar essas produções como pedagógicas significa demarcar seu papel decisivo na constituição de sujeitos e subjetividades e na disseminação de saberes e valores que impregnam de sentidos as relações com as imagens e sons em movimento. Além disso, tais produções estão envolvidas na multiplicação das posições de sujeito e dos processos de atribuição e instituição da diferença, de modo que pelos audiovisuais são travadas lutas por processos de significação, são demarcadas disputas em torno de políticas e práticas de (des)humanização, são instauradas resistências diante das normatividades que enquadram os sujeitos em posições abjetas e violam seus direitos fundamentais. Assim, o dossiê Pedagogias e currículos culturais não-escolares dos artefatos audiovisuais e cinematográficos para pensar diferenças, diversidades e direitos humanos propõe reunir artigos resultados de pesquisas (concluídas ou em andamento) cujas perspectivas teórico-metodológicas se orientam pelas teorizações dos estudos culturais em educação, sobretudo de viés pós-estruturalista, e pelos estudos foucaultianos, envolvendo: (1) a análise de práticas/experiências educativas escolares com artefatos audiovisuais e/ou cinematográficos para problematizar diferenças, diversidades e direitos humanos junto a crianças e jovens; (2) a análise do currículo cultural desses artefatos em suas pedagogias para a produção de sentidos sobre diferenças, diversidades e direitos humanos; (3) a análise de projetos ou experiências de formação docente (inicial e continuada) envolvendo artefatos audiovisuais para problematizar diferenças, diversidades e direitos humanos; e, (4) a descrição e análise de experiências educativas de produção de audiovisual/filme com e para crianças e jovens. Com o dossiê, nosso objetivo é destacar a produtividade das investigações e análises que perpassam as relações entre educação (no sentido mais amplo, de constituição de sujeitos e subjetividades), produções audiovisuais e/ou cinematográficas e questões envolvendo diferenças, diversidades e direitos humanos, reunindo artigos que possibilitem problematizar o funcionamento e os efeitos das pedagogias subjetivadoras, entre assujeitamentos e práticas de liberdade em trajetórias éticas e estéticas dos sujeitos.

    Saiba mais sobre Venha conhecer e participar dos Dossiês 2026-2027
  • Venha conhecer e participar dos Dossiês 2026-2027

    13-01-2026

    CHAMADA DE SUBMISSÕES/Dossiês Temáticos 2026–2027

    A Revista Diversidade e Educação torna pública a chamada para submissões de trabalhos para seus dossiês temáticos de 2026 e 2027, reunindo debates contemporâneos sobre educação, docências, epistemologias insurgentes, corpos, gêneros, sexualidades, interseccionalidades, cultura e direitos humanos.

    DOSSIÊ 2026
    • DOSSIÊ: Lesbianidades feministas e docências: arte e criação de mundos possíveis (2026)

    v. 14, n. 1, jan/jun 2026
    Prazo para envio 15 de abril de 2026.
    Organizadoras:
    Dayana Brunetto (UFPR)
    Amélia Maraux (UNEB)
    Simone Brandão (UFRB)
    Zuleide Paiva (UNEB)

    Este dossiê deseja se debruçar sobre as docências lésbicas e sapatão feministas, articuladas a potencialidade das artes, às imprevisibilidades, aos encontros, acontecimentos e encantamentos da criação de outros possíveis em educação. Deseja se encontrar com práticas docentes que entrelacem ética, estética e política; que se desloquem do pensar e fazer docência cartesiano; que escapem das garras da exigência insana de produtividade descorporificada e desencarnada da docência. Se agrada em tomar contato com docências que se constituam em oposição à ordem vigente de exploração capitalista, racista, machista, lesbofóbica, bifóbica, transfóbica, capacitista e desumanizadora. Se quer encantado por possibilidades de resistências pela arte e pela docência cotidiana. Se inspira em circularidades, ancestralidades, poéticas, performatividades e sensorialidades. Pretende deslocar o centro, se distanciar das normas rígidas, abraçar potencialidades do ensino, da pesquisa e da extensão universitária como espaços-tempos de produção de possíveis. Se espera encontrar, portanto, textos que se ofereçam como linhas de escape às questões do presente, às duras realidades do mundo atual. Em meio a tantas brutalidades, que estes textos se coloquem como um respiro e uma possibilidade de (re)encantamentos, de encontros e transformações.

    DOSSIÊ TRANSEPISTEMOLOGIA – SABERES INSURGENTES, CORPOS NARRATIVOS

    v. 14, n. 2, jul/dez 2026
    Prazo para envio 15 de agosto de 2026.
    Organizadora/r
    Drª Sara Wagner York/UNESP
    Dr. Rafael Leopoldo/ UFMG

    O Dossiê TRANSEPISTEMOLOGIA propõe reunir pesquisas, relatos e reflexões que evidenciem a potência política do saber produzido a partir de corpos trans, travestis e não-binários. Partimos da premissa de que a epistemologia não é neutra: ela é atravessada por relações de poder, regimes de verdade e disputas sobre quem tem o direito de narrar e legitimar a própria existência. Afirmamos que “essa é uma área crucial onde a epistemologia encontra a política e a própria existência”. A experiência trans, longe de ser objeto passivo de estudo, torna-se lugar de enunciação e crítica radical aos sistemas que historicamente patologizaram e silenciaram essas vidas. Convidamos todas, todos e todes que tencionam as discussões de uma EPISTEMOLOGIA TRANS/TRAVESTI, no entrelaçamento ontológico-ético-político-estético, a integrarem essa tessitura de iteração maquínica-acadêmica (YORK, 2025). O objetivo é repercutir nas discussões contemporâneas modos TRANS de pensar, fazer e narrar, trazendo ao centro: saberes-fazeres trans-acadêmicos, vozes desviantes e marginalizadas, corpos que perturbam a ordem normativa, naturalizada e normalizada.

    DOSSIÊ 2027
    • DOSSIÊ: “Interseccionalidades e estudos culturais em educação: corpos, gêneros e sexualidades em disputa” (2027)

    v. 15, n. 1, jan/jun 2027
    Prazo para envio 15 de abril de 2027.
    Organizador/as:
    Dr. Alcidesio Oliveira da Silva Junior (UEPB/RIECEdu)
    Dra. Carin Klein (ULBRA/RIECEdu)
    Dra. Clarice Antunes do Nascimento (SEDUC-RS/RIECEdu)
    Dr. Tássio Acosta (Unisanta/RIECEdu)

    Esta proposta de dossiê, organizada por integrantes da Rede Internacional de Estudos Culturais em Educação (RIECEdu), visa reunir contribuições ancoradas em teorizações pós-críticas, especialmente nos Estudos Culturais em Educação, que mobilizem análises interseccionais sobre corpos, gêneros e sexualidades. Interessa-nos acolher pesquisas que problematizem como os cruzamentos entre essas categorias, articulados a outros marcadores sociais e identitários como raça, pertencimento social, religião, deficiências, regionalidades, entre tantos outros, pois produzem regimes de visibilidade, normalização e poder na medida em que atravessam tanto o cotidiano escolar quanto as pedagogias culturais contemporâneas. Desejamos visibilizar as formas pelas quais essas interseccionalidades operam processos de regulação, vigilância e performatividade dos corpos, bem como estratégias de resistência, invenção e agência que emergem diante de discursos hegemônicos. Incentivamos análises que discutam pedagogias e currículos culturais (escolares e não escolares), educação sexual crítica, violências de gênero e LGBTfobias, representações midiáticas, culturas juvenis, tecnologias digitais, estéticas e modificações corporais, sempre situando corpos, gêneros e/ou sexualidades em suas múltiplas interseccionalidades. Os textos devem problematizar essencialismos identitários e contribuir para ampliar o debate político-pedagógico sobre as potências transformadoras presentes na desestabilização de normas que constituem corpos e subjetividades. A relevância desta proposta reside na urgência de aprofundar e privilegiar formas normativas de existência e a marginalizar modos de vida tomados como dissidentes. A Revista Diversidade e Educação constitui um espaço privilegiado para essa discussão, dado seu compromisso com temas que desafiam a norma e promovem o debate sobre diferença, diversidade e políticas curriculares. A perspectiva pós-crítica, especialmente articulada aos Estudos Culturais em Educação, campo privilegiado neste dossiê, fornece ferramentas analíticas para ir além, interrogando o social e desestabilizando suas naturalizações. Por meio dos Estudos Culturais em Educação se torna possível pensar lugares de aprendizagem que extrapolam os espaços formais, mas que, ainda assim, incidem diretamente no cotidiano escolar, permitindo que identidades e diferenças se construam em meio a representações, fissuras e resistências.

    • DOSSIÊ: Pedagogias e currículos culturais não-escolares dos artefatos audiovisuais e cinematográficos para pensar diferenças, diversidades e direitos humanos (2027)

    v. 15, n. 2, jul/dez 2027
    Prazo para envio 15 de agosto de 2027.
    Organizador/a
    Prof. Dr. Roney Polato de Castro – UFJF
    Profa. Dra. Constantina Xavier Filha – UFMS

    Os estudos culturais em educação vêm operando com a desterritorialização das ideias de educação, pedagogia e currículo de sua matriz enunciativa no campo da educação. Assim, argumenta-se que tais ideias circulam para além das instituições educacionais, entendendo que há pedagogias e currículos em processos educativos além dos espaços escolares. No contemporâneo, no âmbito das sociedades hiper-imagéticas, midiatizadas, conectadas e digitalizadas, as produções audiovisuais e cinematográficas vêm se articulando aos discursos e práticas sociais que educam modos de ser, pensar, agir e sentir. Filmes, séries, novelas, vídeos, propagandas, shows televisionados, clipes musicais, entre tantos outros, povoam nossos cotidianos. Tomar essas produções como pedagógicas significa demarcar seu papel decisivo na constituição de sujeitos e subjetividades e na disseminação de saberes e valores que impregnam de sentidos as relações com as imagens e sons em movimento. Além disso, tais produções estão envolvidas na multiplicação das posições de sujeito e dos processos de atribuição e instituição da diferença, de modo que pelos audiovisuais são travadas lutas por processos de significação, são demarcadas disputas em torno de políticas e práticas de (des)humanização, são instauradas resistências diante das normatividades que enquadram os sujeitos em posições abjetas e violam seus direitos fundamentais. Assim, o dossiê Pedagogias e currículos culturais não-escolares dos artefatos audiovisuais e cinematográficos para pensar diferenças, diversidades e direitos humanos propõe reunir artigos resultados de pesquisas (concluídas ou em andamento) cujas perspectivas teórico-metodológicas se orientam pelas teorizações dos estudos culturais em educação, sobretudo de viés pós-estruturalista, e pelos estudos foucaultianos, envolvendo: (1) a análise de práticas/experiências educativas escolares com artefatos audiovisuais e/ou cinematográficos para problematizar diferenças, diversidades e direitos humanos junto a crianças e jovens; (2) a análise do currículo cultural desses artefatos em suas pedagogias para a produção de sentidos sobre diferenças, diversidades e direitos humanos; (3) a análise de projetos ou experiências de formação docente (inicial e continuada) envolvendo artefatos audiovisuais para problematizar diferenças, diversidades e direitos humanos; e, (4) a descrição e análise de experiências educativas de produção de audiovisual/filme com e para crianças e jovens. Com o dossiê, nosso objetivo é destacar a produtividade das investigações e análises que perpassam as relações entre educação (no sentido mais amplo, de constituição de sujeitos e subjetividades), produções audiovisuais e/ou cinematográficas e questões envolvendo diferenças, diversidades e direitos humanos, reunindo artigos que possibilitem problematizar o funcionamento e os efeitos das pedagogias subjetivadoras, entre assujeitamentos e práticas de liberdade em trajetórias éticas e estéticas dos sujeitos.

    Saiba mais sobre Venha conhecer e participar dos Dossiês 2026-2027
  • DOSSIÊS 2026/2027

    12-01-2026

    REVISTA DIVERSIDADE E EDUCAÇÃO DOSSIÊS2026/2027

     

    DOSSIÊS 2026

    DOSSIÊ LESBIANIDADES FEMINISTAS E DOCÊNCIAS: ARTE E CRIAÇÃO DE MUNDOS POSSÍVEIS

    1. 14, n. 1, jan/jun 2026
      Prazo para envio 15 de abril de 2026.
      Organizadoras:
      Dayana Brunetto (UFPR)
      Amélia Maraux (UNEB)
      Simone Brandão (UFRB)
      Zuleide Paiva (UNEB)

     

    Este dossiê deseja se debruçar sobre as docências lésbicas e sapatão feministas, articuladas a potencialidade das artes, às imprevisibilidades, aos encontros, acontecimentos e encantamentos da criação de outros possíveis em educação. Deseja se encontrar com práticas docentes que entrelacem ética, estética e política; que se desloquem do pensar e fazer docência cartesiano; que escapem das garras da exigência insana de produtividade descorporificada e desencarnada da docência. Se agrada em tomar contato com docências que se constituam em oposição à ordem vigente de exploração capitalista, racista, machista, lesbofóbica, bifóbica, transfóbica, capacitista e desumanizadora. Se quer encantado por possibilidades de resistências pela arte e pela docência cotidiana. Se inspira em circularidades, ancestralidades, poéticas, performatividades e sensorialidades. Pretende deslocar o centro, se distanciar das normas rígidas, abraçar potencialidades do ensino, da pesquisa e da extensão universitária como espaços-tempos de produção de possíveis. Se espera encontrar, portanto, textos que se ofereçam como linhas de escape às questões do presente, às duras realidades do mundo atual. Em meio a tantas brutalidades, que estes textos se coloquem como um respiro e uma possibilidade de (re)encantamentos, de encontros e transformações.

     

    DOSSIÊ TRANSEPISTEMOLOGIA – SABERES INSURGENTES, CORPOS NARRATIVOS


    1. 14, n. 2, jul/dez 2026
      Prazo para envio 15 de agosto de 2026.
      Organizadora/r
      Drª Sara Wagner York/UNESP
      Dr. Rafael Leopoldo/ UFMG


    O Dossiê TRANSEPISTEMOLOGIA propõe reunir pesquisas, relatos e reflexões que evidenciem a potência política do saber produzido a partir de corpos trans, travestis e não-binários. Partimos da premissa de que a epistemologia não é neutra: ela é atravessada por relações de poder, regimes de verdade e disputas sobre quem tem o direito de narrar e legitimar a própria existência. Afirmamos que “essa é uma área crucial onde a epistemologia encontra a política e a própria existência”. A experiência trans, longe de ser objeto passivo de estudo, torna-se lugar de enunciação e crítica radical aos sistemas que historicamente patologizaram e silenciaram essas vidas. Convidamos todas, todos e todes que tencionam as discussões de uma EPISTEMOLOGIA TRANS/TRAVESTI, no entrelaçamento ontológico-ético-político-estético, a integrarem essa tessitura de iteração maquínica-acadêmica (YORK, 2025). O objetivo é repercutir nas discussões contemporâneas modos TRANS de pensar, fazer e narrar, trazendo ao centro: saberes-fazeres trans-acadêmicos, vozes desviantes e marginalizadas, corpos que perturbam a ordem normativa, naturalizada e normalizada.

     

    DOSSIÊS 2027

     

    DOSSIÊ “INTERSECCIONALIDADES E ESTUDOS CULTURAIS EM EDUCAÇÃO: CORPOS, GÊNEROS E SEXUALIDADES EM DISPUTA”

     

    1. 15, n. 1, jan/jun 2027

    Prazo para envio 15 de abril de 2027.

    Organizador/as:

    Dr. Alcidesio Oliveira da Silva Junior (UEPB/RIECEdu)

    Dra. Carin Klein (ULBRA/RIECEdu)

    Dra. Clarice Antunes do Nascimento (SEDUC-RS/RIECEdu)
    Dr. Tássio Acosta (Unisanta/RIECEdu)

     

    Esta proposta de dossiê, organizada por integrantes da Rede Internacional de Estudos Culturais em Educação (RIECEdu), visa reunir contribuições ancoradas em teorizações pós-críticas, especialmente nos Estudos Culturais em Educação, que mobilizem análises interseccionais sobre corpos, gêneros e sexualidades. Interessa-nos acolher pesquisas que problematizem como os cruzamentos entre essas categorias, articulados a outros marcadores sociais e identitários como raça, pertencimento social, religião, deficiências, regionalidades, entre tantos outros, pois produzem regimes de visibilidade, normalização e poder na medida em que atravessam tanto o cotidiano escolar quanto as pedagogias culturais contemporâneas. Desejamos visibilizar as formas pelas quais essas interseccionalidades operam processos de regulação, vigilância e performatividade dos corpos, bem como estratégias de resistência, invenção e agência que emergem diante de discursos hegemônicos. Incentivamos análises que discutam pedagogias e currículos culturais (escolares e não escolares), educação sexual crítica, violências de gênero e LGBTfobias, representações midiáticas, culturas juvenis, tecnologias digitais, estéticas e modificações corporais, sempre situando corpos, gêneros e/ou sexualidades em suas múltiplas interseccionalidades. Os textos devem problematizar essencialismos identitários e contribuir para ampliar o debate político-pedagógico sobre as potências transformadoras presentes na desestabilização de normas que constituem corpos e subjetividades. A relevância desta proposta reside na urgência de aprofundar e privilegiar formas normativas de existência e a marginalizar modos de vida tomados como dissidentes. A Revista Diversidade e Educação constitui um espaço privilegiado para essa discussão, dado seu compromisso com temas que desafiam a norma e promovem o debate sobre diferença, diversidade e políticas curriculares. A perspectiva pós-crítica, especialmente articulada aos Estudos Culturais em Educação, campo privilegiado neste dossiê, fornece ferramentas analíticas para ir além, interrogando o social e desestabilizando suas naturalizações. Por meio dos Estudos Culturais em Educação se torna possível pensar lugares de aprendizagem que extrapolam os espaços formais, mas que, ainda assim, incidem diretamente no cotidiano escolar, permitindo que identidades e diferenças se construam em meio a representações, fissuras e resistências.

     

     

     

     

    DOSSIÊ PEDAGOGIAS E CURRÍCULOS CULTURAIS NÃO-ESCOLARES DOS ARTEFATOS AUDIOVISUAIS E CINEMATOGRÁFICOS PARA PENSAR DIFERENÇAS, DIVERSIDADES E DIREITOS HUMANOS

     

    1. 15, n. 2, jul/dez 2027
      Prazo para envio 15 de agosto de 2027.
      Organizador/a

    Prof. Dr. Roney Polato de Castro – UFJF

    Profa. Dra. Constantina Xavier Filha – UFMS

     

    Os estudos culturais em educação vêm operando com a desterritorialização das ideias de educação, pedagogia e currículo de sua matriz enunciativa no campo da educação. Assim, argumenta-se que tais ideias circulam para além das instituições educacionais, entendendo que há pedagogias e currículos em processos educativos além dos espaços escolares. No contemporâneo, no âmbito das sociedades hiper-imagéticas, midiatizadas, conectadas e digitalizadas, as produções audiovisuais e cinematográficas vêm se articulando aos discursos e práticas sociais que educam modos de ser, pensar, agir e sentir. Filmes, séries, novelas, vídeos, propagandas, shows televisionados, clipes musicais, entre tantos outros, povoam nossos cotidianos. Tomar essas produções como pedagógicas significa demarcar seu papel decisivo na constituição de sujeitos e subjetividades e na disseminação de saberes e valores que impregnam de sentidos as relações com as imagens e sons em movimento. Além disso, tais produções estão envolvidas na multiplicação das posições de sujeito e dos processos de atribuição e instituição da diferença, de modo que pelos audiovisuais são travadas lutas por processos de significação, são demarcadas disputas em torno de políticas e práticas de (des)humanização, são instauradas resistências diante das normatividades que enquadram os sujeitos em posições abjetas e violam seus direitos fundamentais. Assim, o dossiê Pedagogias e currículos culturais não-escolares dos artefatos audiovisuais e cinematográficos para pensar diferenças, diversidades e direitos humanos propõe reunir artigos resultados de pesquisas (concluídas ou em andamento) cujas perspectivas teórico-metodológicas se orientam pelas teorizações dos estudos culturais em educação, sobretudo de viés pós-estruturalista, e pelos estudos foucaultianos, envolvendo: (1) a análise de práticas/experiências educativas escolares com artefatos audiovisuais e/ou cinematográficos para problematizar diferenças, diversidades e direitos humanos junto a crianças e jovens; (2) a análise do currículo cultural desses artefatos em suas pedagogias para a produção de sentidos sobre diferenças, diversidades e direitos humanos; (3) a análise de projetos ou experiências de formação docente (inicial e continuada) envolvendo artefatos audiovisuais para problematizar diferenças, diversidades e direitos humanos; e, (4) a descrição e análise de experiências educativas de produção de audiovisual/filme com e para crianças e jovens. Com o dossiê, nosso objetivo é destacar a produtividade das investigações e análises que perpassam as relações entre educação (no sentido mais amplo, de constituição de sujeitos e subjetividades), produções audiovisuais e/ou cinematográficas e questões envolvendo diferenças, diversidades e direitos humanos, reunindo artigos que possibilitem problematizar o funcionamento e os efeitos das pedagogias subjetivadoras, entre assujeitamentos e práticas de liberdade em trajetórias éticas e estéticas dos sujeitos.

     

     

    Saiba mais sobre DOSSIÊS 2026/2027
  • Recesso

    18-12-2025

    Prezados/as, autores/as e colaboradores/as,
    Informamos que a Revista Diversidade e Educação estará em recesso de 22 de dezembro de 2025 a 31 de janeiro de 2026.
    Agradecemos a compreensão e desejamos um Feliz 2026!

    Saiba mais sobre Recesso
  • Novo número publicado!! Dossiê Resistências criativas: práticas de educação em gênero, sexualidade e raça em tempos reacionários

    18-08-2025

    Foi publicado o volume 13, número 1 de 2025 que apresenta textos e uma entrevista com a Profa. Dra. Nilma Lino Gomes no Dossiê Resistências criativas: práticas de educação em gênero, sexualidade e raça em tempos reacionários. Também foram publicados textos da demanda contínua nas 3 seções da revista: Diversidade em Debate, Cotidiano da Escola e Espaços Educativos.

    Saiba mais sobre Novo número publicado!! Dossiê Resistências criativas: práticas de educação em gênero, sexualidade e raça em tempos reacionários
  • DOSSIÊ ESTUDOS CULTURAIS E CURRÍCULO CULTURAL NÃO ESCOLAR: MÚLTIPLOS ARTEFATOS EM INVESTIGAÇÃO

    18-06-2025
    Com muita alegria e potência, apresentamos este dossiê, fruto de uma composição acadêmica e afetiva que reúne seis docentes de quatro instituições (FURG, UFMA, UFRGS e IFRS), que se encontraram no desejo de pensar, tensionar e inventar modos de pesquisar com e a partir do conceito de currículo cultural não escolar. A cada texto, um convite: desestabilizar certezas, abrir perguntas, inventar outros modos de pensar, fazer e viver a educação.   Saiba mais sobre DOSSIÊ ESTUDOS CULTURAIS E CURRÍCULO CULTURAL NÃO ESCOLAR: MÚLTIPLOS ARTEFATOS EM INVESTIGAÇÃO
  • Dossiê 2025

    14-06-2025

    Dossiê: Masculinidades nos espaços-tempos educacionais - v. 13, n. 2, jul/dez 2025

    Prazo para envio 15 de agosto de 2025

    Nos últimos trintas anos, pesquisas relativas a diversos campos do saber, como da educação, antropologia, sociologia, saúde coletiva, psicologia entre outras, têm focalizado os estudos sobre homens e masculinidades. Esse debate se intensificou na sociedade contemporânea, sobretudo a problemática sobre a desconstrução do que vem sendo convencionalmente chamado de “masculinidade tóxica”. Por meio dos estudos intersecionais, caminhamos para o entendimento de que as linhas de poder e de opressão são múltiplas e que não se pode compreender as masculinidades sem levar em consideração seus atravessamentos relativos às identificações de classe social, raça, orientação sexual, território e idade, como também as transmasculinidades e as masculinidades femininas. 

    Saiba mais sobre Dossiê 2025
  • PRORROGAÇÃO DE PRAZO

    13-09-2024

    Dossiê Gêneros e Sexualidades: Práticas e Pesquisas Desobedientes e Libertárias na Educação em Ciências e na Educação Matemática

    O prazo para envio de artigos foi prorrogado para o dia 30 de setembro de 2024.

    Abordar e construir práticas relacionadas com as diversidades sexuais e de gênero nos contextos educativos implica desobediências, resistências e luta por liberdade. Nos últimos anos, intensificaram-se os discursos de perseguição e censura a essas pautas nas escolas, ao mesmo tempo que as violências contra as mulheres, LGBTIAPNB e outros grupos minorizados socialmente também se avolumaram. Tais discursos interseccionam-se com outros fenômenos atuais como o negacionismo científico, a desvalorização da ciência, a pós-verdade, o fomento à disseminação de fake news e de conspirações pseudocientíficas, ou seja, as práticas que conformam ataques às conquistas das classes menos favorecidas e aos meios que elas possuem para denunciar as desigualdades e violências vivenciadas. Nesse sentido, pautas em discursos conservadores e neoliberais se articulam para esvaziar a educação de seus sentidos de justiça social e de seu compromisso com a verdade.

    Saiba mais sobre PRORROGAÇÃO DE PRAZO
  • DOSSIÊ GÊNEROS E SEXUALIDADES: PRÁTICAS E PESQUISAS DESOBEDIENTES E LIBERTÁRIAS NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS E NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

    06-06-2024

    DOSSIÊ GÊNEROS E SEXUALIDADES: PRÁTICAS E PESQUISAS DESOBEDIENTES E LIBERTÁRIAS NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS E NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

    Sandro Prado Santos - Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

    Bettina Heerdt - Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

    Fabiana Aparecida de Carvalho - Universidade Estadual de Maringá (UEM)

    Yonier Alexander Orozco Marin - Universidade Federal do Norte de Tocantins (UFNT)

     

    Abordar e construir práticas relacionadas com as diversidades sexuais e de gênero nos contextos educativos implica desobediências, resistências e luta por liberdade. Nos últimos anos, intensificaram-se os discursos de perseguição e censura a essas pautas nas escolas, ao mesmo tempo que as violências contra as mulheres, LGBTIAPNB e outros grupos minorizados socialmente também se avolumaram. Tais discursos interseccionam-se com outros fenômenos atuais como o negacionismo científico, a desvalorização da ciência, a pós-verdade, o fomento à disseminação de fake news e de conspirações pseudocientíficas, ou seja, as práticas que conformam ataques às conquistas das classes menos favorecidas e aos meios que elas possuem para denunciar as desigualdades e violências vivenciadas. Nesse sentido, pautas em discursos conservadores e neoliberais se articulam para esvaziar a educação de seus sentidos de justiça social e de seu compromisso com a verdade.

    Neste dossiê, propomos esperançar e apontar caminhos e possibilidades construídas em diversos cenários para (d)enunciar, compreender, questionar, superar e transformar as investidas necrófilas na educação, como, também, para enunciar as estratégias e produções que pluralizam práticas libertárias, inventivas e desobedientes das convenções, padronizações e da lógica fascistóide do poder. 

    Propomos essa discussão em Educação em/nas Ciências e na Educação Matemática, por serem esses campos sobre os quais se colocam as expectativas de que as aprendizagens construídas pelas/os sujeitos contribuam para a formação cidadã e política, mas, concomitantemente, por serem essas as frentes mais afetadas pelas recentes políticas educativas.

    Assim, este dossiê busca reunir trabalhos que se propõem transgredir as fronteiras sexuais, raciais, de gênero e de classe em diferentes níveis e modalidades da Educação das/nas Ciências e na Educação Matemática, sob variados enfoques teóricos e metodológicos. São bem-vindas contribuições ao dossiê relacionadas com as seguintes temáticas:

    • Gênero(s) e Educação em Ciências e Educação Matemática;
    • Sexualidade(s) e diversidade sexual e de Gênero na Educação em Ciências e Educação Matemática;
    • Feminismos e Educação em Ciências e Educação Matemática;
    • Educação antirracista e educação das relações etnicorraciais e a Educação em Ciências e Educação Matemática;
    • Decolonialidade na Educação em Ciências e na Educação Matemática.

     

    Saiba mais sobre DOSSIÊ GÊNEROS E SEXUALIDADES: PRÁTICAS E PESQUISAS DESOBEDIENTES E LIBERTÁRIAS NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS E NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
  • Prorrogação de prazo do Dossiê: Juventudes Contemporâneas - articulações com os Estudos Culturais, Gênero e sexualidade

    12-04-2024

    O prazo para envio de artigos para o  Dossiê Juventudes Contemporâneas - articulações com os Estudos Culturais, Gênero e sexualidade, foi prorrogado para o dia 15 de maio de 2024.

    Acesse o site da  Revista Diversidade e Educação para maiores informações: https://periodicos.furg.br/divedu

    Saiba mais sobre Prorrogação de prazo do Dossiê: Juventudes Contemporâneas - articulações com os Estudos Culturais, Gênero e sexualidade
  • Dossiês 2024

    11-03-2024

    Acesse a Revista Diversidade e Educação - htpps://periodicosfurg.br/divedu para saber as normas de envio de artigos para os dois dossiês abertos para 2024.

    A revista tem também 3 seções abertas para envio demanda contínua: Diversidade em Debate, Cotidiano da Escola e Espaços Educativos.

    Saiba mais sobre Dossiês 2024
  • Chamada de artigos para o Dossiê: Juventudes Contemporâneas – articulações com os Estudos Culturais, Gênero e Sexualidade

    26-01-2024

    v. 12, n. 1, jan/jun 2024

    Envio de textos até 30 de abril de 2024.

    Dossiê: Juventudes Contemporâneas – articulações com os Estudos Culturais, Gênero e Sexualidade

    Dra. Carin Klein – Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)

    Dra. Daniela de Azevedo Prates  Instituto Federal  de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-riogandense- (IFSul)

    Dra.  Juliana Ribeiro de Vargas  Universidade Fedearl do iRo Grande do Sul  (UFRGS)

    Saiba mais sobre Chamada de artigos para o Dossiê: Juventudes Contemporâneas – articulações com os Estudos Culturais, Gênero e Sexualidade
  • Chamada de publicação para 2023

    15-02-2023

    A revista Diversidade e Educação divulga os dois dossi6es temáticos para o ano de 2023. Além dos dos dossiês a revista recebe artigos na demanda livre nas 3 seções Diversidade em Debate, Cotidinao da Escola e Espaços Educativos.

    v 11, n. 1, jan-jun/2023

    Violências e resistências na saúde, educação e mídias

    Organização: Profa. Dra. Claudiene Santos (UFU), Prof. Dr. Javier Rodríguez Mier (UAM), Profa. Dra. Maria Frenanda Gonzáles (UNER)

    Proposta: A atualidade é marcada pelo imediatismo, mudanças e crises constantes que provocam violências estruturais e simbólicas, bem como resistências, emergência de novos movimentos sociais e resiliência de grupos vulnerabilizados e marginalizados, que estão em constante adaptação. O presente dossiê “Violências e resistências em saúde, educação e mídia” visa chamar a atenção e tornar visíveis as diferentes formas de violência que são geradas em múltiplas áreas e contextos, em vários países. No campo da saúde nos encontramos e enfrentamos um sistema hegemônico, que, com forte herança patriarcal, exerce violência desmedida sobre corporalidades, sobre as sexualidades e sobre as performatividades de gênero, dentre outros eixos, como o avanço sobre territórios tradicionais e o racismo ambiental, que afetam a saúde das comunidades. A educação é fundamental para o enfrentamento às múltiplas violências e ao futuro das novas gerações. Nos ambientes educativos escolares e não escolares encontramos histórias silenciadas ou transformadas que tentam nos fazer esquecer as ricas memórias históricas de povos subjugados e marginalizados. Uma história oficial dos grupos hegemônicos tende a invisibilizar outras narrativas. A educação surge como uma das ferramentas mais poderosas para combater o racismo, o sexismo, o machismo e educar as futuras gerações sobre tais práticas. É fundamentalmente uma aprendizagem baseada no respeito e na interculturalidade. A violência na mídia, muitas vezes se torna uma arma manipulada por grupos dominantes para formar opiniões e projetar discursos que moldam as relações étnico-raciais e de gênero. Constantemente são lançadas narrativas impregnadas de estigmas sociais dirigidas a grupos minoritários como sujeitos/as de direitos, carregadas de uma ideologia que propõe a branquitude e o branqueamento, o epistemicídio e o borramento de vozes plurais, como caminho a seguir e/ou violam corpos dissidentes e/ou grupos minoritários. Contudo, a mídia também pode se mostrar potente no enfrentamento às diversas formas de violências, ao reverberar vozes outrora reprimidas e possibilitar denúncias e ressignificações . Em suma, na articulação de campos epistemológicos transversais e amplos, este dossiê convoca à publicação de artigos que indaguem e visibilizem as violências estruturais, institucionais e simbólicas associadas ao gênero, sexualidades, corporalidades, racismo, diversidade, imposição de ideologias dominantes, estigmatização de comunidades, entre outras grandes questões.

    v 11, n. 2, jul-dez/2023

    Diversidade, gênero e sexualidade nas práticas corporais e esportivas

    Organização: Profa. Dra. Silvana Vilodre Goellner (UFPel), Profa. dr. André Luiz dos Santos Silva (UFRGS) e Profa. Dra. Angelita Alice Jaeger (UFSM)
    Proposta: O esporte, impulsionado pela visibilidade midiática dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo de Futebol tem promovido a exibição de corpos e subjetividades performantes. A presença de atletas cujos gêneros e sexualidades não se enquadram nas estéticas vigentes das cis-heteronormatividades têm fissurado discursos e representações que operam no sentido de normalizar os modos pelos quais os sujeitos aderem a sua prática. Considerando a pluralidade das manifestações corporais e esportivas, este dossiê tem por objetivo dar luz às pesquisas que as tematizem exemplificando suas dimensões culturais e identitárias, as relações e hierarquias de poder que as constituem ou que podem contribuir para contestá-las.  Ao privilegiar tais estudos o dossiê procura analisar os mecanismos específicos através dos quais as práticas corporais e esportivas produzem e transformam as normas de gênero e sexualidade, assim como as formas em que atuam para construir, e/ou pôr em xeque, noções sobre os corpos, suas aparências e potencialidades. Serão benvindas pesquisas produzidas sob variados enfoques teórico-conceituais que se interseccionalizem com a área dos Estudos de Gênero cujo escopo proponha questões analíticas sobre corporalidades e práticas esportivas, para além das constatações do sexo, do gênero e da sexualidade.

    Saiba mais sobre Chamada de publicação para 2023
  • Atenção, chamada para publicação

    30-08-2022

    Atenção leitores, está aberta para submissão do DOSSIÊ CURRÍCULO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES/AS E EDUCAÇÃO PARA A SEXUALIDADE

    Proponentes: Elenita Pinheiro de Queiroz Silva/UFU; Gisele Ruiz Silva/FURG e Juliana Lapa Rizza/FURG

    O Dossiê Currículo, Formação de Professores/as e Educação para a Sexualidade tem como propósito constituir-se como espaço-tempo de debates, pensamentos e ações em torno do currículo e da formação de professores/as, localizando-os em territórios de possíveis que provocam e movimento de discursos assumidos como verdadeiros. Currículo e formação são e estão, ao mesmo tempo, forjados em meio a espaços de disputas e de lutas que ora legitimam e ora deslegitimam saberes e verdades; ora traz ao centro ora relega margens tais saberes e verdades, particularmente, aqueles e aquelas atrelados/as ao que defendemos como educação para a sexualidade. Afrouxar a fixidez que, desde a modernidade, vem sendo produzida pelo campo educacional, talvez seja uma possibilidade de cavar brechas em verdades instituídas que marcam os corpos, determinam padrões de viver com e entre corpos, gêneros, sexualidades, relações étnico-raciais, idade, geração... Provocar outros modos de entender a relação com a verdade é ferramenta importante para pensar o impensado no currículo e na formação de professores/as. Em suma, o dossiê visa, abrigar leituras, pensamentos, teorizações, agenciamentos, experimentações que envolvam processos e atos de currículos, processos e atos formativos no que tange a movimentação da educação para sexualidade neste século XXI.

    Saiba mais sobre Atenção, chamada para publicação
  • Chamada de publicação volume 9, número 2, jul./dez. 2021: Dossiê Corpos dissidentes nos espaços educativos em tempos de discurso de ódio

    24-05-2021

    Chamada de publicação volume 9, número 2, jul./dez. 2021.


    Dossiê Corpos dissidentes nos espaços educativos em tempos de discurso de ódio
    Organizadoras: Vilma Nonato de Brício (UFPA) e Joyce Otânia Seixas Ribeiro (UFPA )
    Envio de textos até o dia 30 setembro de 2021.

     

    Saiba mais sobre Chamada de publicação volume 9, número 2, jul./dez. 2021: Dossiê Corpos dissidentes nos espaços educativos em tempos de discurso de ódio
  • Número especial Tecituras em Redes de Discussões e Afetos: interfaces com as questões de gênero e sexualidade

    08-02-2021

    A edição Tecituras em Redes de Discussões e Afetos: interfaces com as questões de gênero e sexualidade está disponível para envio de artigos SOMENTE para os/as participantes do I Seminário Seminário Tecituras em Redes de Discussões e Afetos: interfaces com as questões de gênero e sexualidade.

    Envio  de texto até 25 de fevereiro 

    Saiba mais sobre Número especial Tecituras em Redes de Discussões e Afetos: interfaces com as questões de gênero e sexualidade