Saber-Sentir en la Educación Ambiental:
Conexiones Espirituales y Éticas Ecofeministas en América Latina
DOI:
https://doi.org/10.63595/ambeduc.v30i3.19811Palabras clave:
Saber-sentir, ecofeminismo, espiritualidad, justicia ecoterritorialResumen
Esta investigación propone el saber-sentir como fundamento ético, espiritual y político para una Educación Ambiental enraizada en experiencias femeninas, ecoterritoriales y contrahegemónicas. A través de un enfoque bibliográfico interpretativista, se investigan las contribuciones de autoras ecofeministas. En este contexto, la investigadora que desarrolló la escutatoria-dialogal en su tesis doctoral se une a su potente supervisora en el posdoctorado para, juntas, tejer reflexiones profundas sobre alteridad, escucha y diálogo — resignificados como fuerzas políticas de (re)existencia y resistencia. Articulan género, espiritualidad y justicia ecoterritorial, evidenciando la presencia de las mujeres en las luchas contra la cosificación de la vida. El estudio destaca el saber-sentir, desde la perspectiva de una escutatoria-dialogal, como práctica decolonial, repensando una Educación Ambiental comprometida con el cuidado y con la insurgencia de modos de vida contrahegemónicos, basados en la justicia socioambiental y la ancestralidad.
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