La Educación Ambiental en tiempos de crisis debe ser incómoda y amorosa
DOI:
https://doi.org/10.63595/ambeduc.v30i3.19750Palavras-chave:
Educación Ambiental, Micropolítica, Justicia Ambiental, Política de los afectosResumo
A Educação Ambiental em tempos de crise deve ser desconfortável e amorosa
En este artículo, se propone que la Educación Ambiental (EA), en tiempos de crisis socioambiental, debe ser incómoda y amorosa. Partiendo del entendimiento de que la educación es un acto inherentemente político, la EA debe concebirse como una herramienta central para politizar los espacios educativos (tanto formales como no formales), utilizando las temáticas ambientales como un eje transversal. La EA se presenta aquí como una filosofía de la educación que profundiza sus fundamentos, explorando caminos forjados a través de la movilización, la acción y cambios significativos y estratégicos en los patrones de pensamiento. Por ello, desde nuestra perspectiva, abordamos la EA desde la micropolítica de los afectos en la vida cotidiana y desde una visión de justicia socioambiental, con un firme compromiso anticapitalista, antirracista y antifascista, sin olvidarnos de que la diversidad es también plural.
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