Qualidade de vida e educação: uma avaliação qualitativa por meio da criticalidade auto-organizada

Robert Betito, Tabajara Lucas de Almeida

Resumo


Nossas sociedades são entidades biológicas abertas que seguem as leis da criticalidade termodinâmica, sendo auto-organizadas conforme o modelo fractal de Mandelbrot. Aplicado se a lei de potência de Zipf sobre um conceito social de Meadows et al. (1972), pode-se caracterizar a preocupação de muitos (a maioria inconsciente) com pouco (relações espaço temporais restritas), e a de poucos (uma minoria consciente) com muito (eventos humanitários holístas). Questiona-se sobre o nível de consciência que cada pessoa tem de sua posição nesta organização hierárquica, e qual suas alternativas de melhoria de posição. A percepção deste processo identifica a dependência do ‘eu’ do ‘nós’, pois ninguém está isolado nestes sistemas. Abordam-se algumas questões denso-dependentes no desequilíbrio das estruturas sociais através da Tragédia do Bem Comum (Hardin, 1968) e a importância do uso da Teoria da Escolha. Deixa de ser utópica a busca e a concretização de uma melhor Qualidade de Vida, ressaltando-se a importância da Educação igualitária e cooperativa na formação de sociedades mais justas e dignas.

Palavras-chave


Criticalidade auto-organizada. Percepção do espaço-tempo. Qualidade de vida. Educação. Termodinâmica.

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REDSIS-Revista Didática Sistêmica, ISSN 1809-3108, Rio Grande-RS, Brasil. revdidaticasistemica@furg.br

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