Cenas urbanas: modos pelos quais skatistas e escola vêm relacionando-se na contemporaneidade

Autores

  • Juliana Cotting Teixeira Universidade Federal do Rio Grande, FURG. Rio Grande/RS
  • Méri Rosane Santos da Silva Universidade Federal do Rio Grande, FURG. Rio Grande/RS

Palavras-chave:

Skate, Escola, Poder

Resumo

Como vem funcionando parte das relações entre os skatistas e a escola na cidade de Rio Grande? Que papéis a instituição escolar vem exercendo? Como os skatistas conduzem-se nessas relações? O encontro com tais problemas, gerados a partir de um modo cartográfico de compor a realidade e de investigar no campo da educação, constituíram esse recorte de pesquisa. Suas principais considerações são de que as ações de articulação entre skatistas e instituição escolar funcionam, entre outras coisas, como relações de poder estratégicas. A aproximação com a escola se dá, perante as práticas dos skatistas, como uma estratégia de legitimação de suas condutas, de modo a exercer práticas agonísticas de liberdade. De outro modo, a escola atua como mecanismo de normalização biopolítica, produzindo efeitos produtivos de educação e controle dos skatistas para além de seus muros.

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Biografia do Autor

Juliana Cotting Teixeira, Universidade Federal do Rio Grande, FURG. Rio Grande/RS

Graduanda em Educação Fisica-Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande – FURG

Méri Rosane Santos da Silva, Universidade Federal do Rio Grande, FURG. Rio Grande/RS

Doutora em Ciências do Movimento Humano da UFRGS

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Publicado

2016-07-19

Como Citar

Teixeira, J. C., & Silva, M. R. S. da. (2016). Cenas urbanas: modos pelos quais skatistas e escola vêm relacionando-se na contemporaneidade. Revista Didática Sistêmica, 17(1), 163–175. Recuperado de https://periodicos.furg.br/redsis/article/view/5909

Edição

Seção

Artigo - GTT Escola