<b>Não pode ser na seringa, tem que ser no muque: masculinidades e práticas corporais de hipertrofia numa academia de Porto Alegre</b>

Autores

  • Humberto Luís Cesaro Prefeitura Municipal de Farroupilha
  • Alex Branco Fraga UFRGS

Palavras-chave:

Masculinidades. Academia. Honra. Anabolizantes.

Resumo

Este artigo resulta de uma pesquisa realizada numa academia de Porto Alegre com o objetivo de compreender os processos de produção das masculinidades entre homens praticantes de musculação de grupos populares. No recorte aqui apresentado, mostramos como o rechaço à utilização dos esteroides anabolizantes, uma prática comum em várias academias, revela uma percepção da honra ligada à disciplina, à perseverança e à força de vontade como características mais importantes do que a produção de um corpo forte e conforme aos padrões estéticos vigentes.

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Biografia do Autor

Alex Branco Fraga, UFRGS

Professor da Escola de Educação Física da Ufrgs Professor do Programa de Pós-graduação em Ciências do Movimento Humano da ESEF/UFRGS

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Publicado

2013-08-05

Como Citar

Cesaro, H. L., & Fraga, A. B. (2013). &lt;b&gt;Não pode ser na seringa, tem que ser no muque: masculinidades e práticas corporais de hipertrofia numa academia de Porto Alegre&lt;/b&gt;. Revista Didática Sistêmica, 15(1), 84–98. Recuperado de https://periodicos.furg.br/redsis/article/view/3630

Edição

Seção

Artigos