FORMAÇÃO PRAGMÁTICA, AUTORRESPONSABILIZAÇÃO E PADRONIZAÇÃO NAS POLÍTICAS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EMBATES NO CONTEXTO DE 2017 E 2018

Autores

  • Deise Ramos Rocha SEEDF - Secretaria de Educação do Distrito Federal ANFOPE - Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação

DOI:

https://doi.org/10.14295/rds.v22i2.11731

Palavras-chave:

Formação de Professores. Reforma Curricular. Políticas Públicas.

Resumo

A agenda global está voltada para as bases nacionais comuns curriculares, orientadas aos propósitos do mercado e requerendo resultados pautados em um modelo padrão de cidadania, (auto)responsabilização e accountability. O investimento para tal tem sido via reformas em modelos de gestão, avaliação, formação de professores e currículo. Questionamos sobre os impactos que esse movimento mundial reformista constitui para a formação de professores, em um estudo documental, esmiuçando os textos do período de 2017 e 2018, contextualizando na conjuntura com que acontecem. Sob a influência do neoliberalismo e do neoconservadorismo, cria-se um paradoxo sobre a função social do professor, centrando nossa preocupação em torno da preocupante perda do sentido da docência, não somente para os professores, mas também para a sociedade atual.

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Publicado

2021-06-11

Como Citar

Rocha, D. R. (2021). FORMAÇÃO PRAGMÁTICA, AUTORRESPONSABILIZAÇÃO E PADRONIZAÇÃO NAS POLÍTICAS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EMBATES NO CONTEXTO DE 2017 E 2018. Revista Didática Sistêmica, 22(2), 136–155. https://doi.org/10.14295/rds.v22i2.11731