EDUCACIÓN INFANTIL AKWẼ-XERENTE
de las políticas educativas para la infancia indígena a la precarización del trabajo docente
DOI:
https://doi.org/10.63595/momento.v35i1.20471Palabras clave:
Educación infantil indígena, Materialismo histórico-dialéctico, Pedagogía histórico-crítica, Formación docente, Niño y infancia indígenaResumen
La educación infantil indígena se configura como un derecho garantizado y, además, representa una elección colectiva; sin embargo, su implementación ha ocurrido en medio de numerosos desafíos. Este artículo propone analizar los datos relativos a la oferta de educación infantil indígena en el Territorio Akwẽ-Xerente, en Tocantínia, estado de Tocantins, partiendo de la siguiente pregunta central: ¿Cuál es el diagnóstico de la Educación Infantil Indígena en el Territorio Akwẽ-Xerente, considerando los desafíos enfrentados en la implementación de esta etapa, las condiciones de trabajo docente y la influencia de estas en las prácticas pedagógicas? El marco teórico-metodológico se fundamenta en la Pedagogía histórico-crítica y en el método del materialismo histórico-dialéctico. Los resultados señalan que todos los profesores que actúan en la educación infantil indígena Akwẽ-Xerente pertenecen a la propia comunidad, factor considerado esencial para esta etapa del desarrollo infantil. Aunque algunos poseen formación en magisterio indígena (técnico de nivel medio), se verifica que la mayoría no cuenta con titulación universitaria y mantiene un vínculo laboral temporal con el municipio, lo que indica la precarización del trabajo docente. Esto señala contradicciones estructurales del modo de producción vigente, pues las condiciones materiales de existencia, como el acceso a la formación y a la estabilidad laboral, están determinadas por las relaciones sociales e históricas de producción, que en el sistema capitalista tienden a perpetuar desigualdades.
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