Algumas experiências tecidas com as pesquisas nos/dos/com os cotidianos das escolas

Autores

  • Denize Sepulveda Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Adriana de Almeida Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Palavras-chave:

Cotidianos, escolas, exclusão, pesquisas

Resumo

Neste artigo propomos o debate sobre a importância da pesquisa nos/dos/com os cotidianos das escolas. São descritas as práticas das pesquisadoras sobre temáticas atuais dos estudos nos/dos/com os cotidianos, bem como os princípios da ciência e da pesquisa. O objetivo é compreender os processos cotidianos como lócus de produção de preconceitos e discriminações praticados contra alunos e alunas com orientação homossexual e, também entender a problemática do fracasso e da evasão escolar. Desse modo, destacamos o paradigma indiciário e a análise do discurso como fundamento teórico-metodológico que nos permite interpretações diferentes da realidade. Consideramos que as práticas cotidianas são sociais e favorecem os processos de exclusão, também desenvolvidos nas e pelas escolas.

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Biografia do Autor

Denize Sepulveda, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

A favor da manutenção e valorização do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. A favor do retorno à normalidade democrática. Professora Adjunta da Universidade do Rio de Janeiro no Departamento de Educação - FFP. Pós-doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da UERJ /PROPED (2016). Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da UERJ (2012) . Possui Mestrado em Educação pela Universidade Federal Fluminense (2003). Especialista em Educação Especial pela UFF (1995). Especialista em Psicopedagogia pela PUC-Rio (1997). Especialista em Educação Infantil pela PUC-Rio (1999).É bacharel e licenciada em História (1993). Sub-líder do Grupo de Estudos e Pesquisa Conservadorismo e a Educação Brasileira da UFF. Coordenadora do Grupo de Pesquisa Gênero, Sexualidades e Diversidades nos Vários EspaçosTempos Cotidianos da UERJ/FFP. Membro do grupo de Pesquisa Redes de Conhecimento e Práticas Emancipatórias no Cotidiano Escolar da Uerj. Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: homofobia, sexualidades, gêneros, didática, currículo, cotidiano escolar, fracasso escolar, avaliação, inclusão, exclusão, processo ensino-aprendizagem.

Adriana de Almeida, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Adriana de Almeida é professora adjunta da UERJ. Doutora em Educação pela UFF (2015), Mestre em Educação pela UFPR (2009) e Especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional pelo Instituto Superior do Litoral (2006). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Políticas Públicas e Educação, principalmente nos seguintes temas: Ensino Médio e Educação profissional, gestão educacional, educação de jovens e adultos trabalhadores, currículo e novas tecnologias. Desenvolveu projetos junto aos Cursos de graduação da UAB (2014-2015) e consultoria para Organismos Internacionais sobre Educação e Currículo para a Educação Básica. Atua nas áreas de ensino, pesquisa e extensão e nos cursos de formação de professores no Departamento de Educação. Participa como integrante do diretório de Pesquisa cadastrado no CNPq : Vozes da Educação: Memória, História e Formação de Professores.

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Publicado

2016-10-24

Como Citar

Sepulveda, D., & de Almeida, A. (2016). Algumas experiências tecidas com as pesquisas nos/dos/com os cotidianos das escolas. Momento - Diálogos Em Educação, 25(1), 155–186. Recuperado de https://periodicos.furg.br/momento/article/view/6117

Edição

Seção

Artigos