Esquizografias dos afetos: sexualidade entre paisagens

Helane Súzia Silva dos Santos, Maria dos Remédios de Brito

Resumo


A questão que move a construção deste texto é: os alunos da educação básica vivem uma sexualidade que escapa do padrão ditado pelas Ciências e pelo discurso da máquina escolar? A filosofia da diferença de Deleuze e Guattari é tomada para pensar a sexualidade como produção desejante, que escapa às definições, as regras e normas impostas pela máquina social. No espaço escolar e seus entornos foram construídas esquizografias, blocos de afetos atravessados pela sexualidade e seus encontros – um mapa cartográfico da sexualidade. As Paisagens compõem-se de linhas que se deslocam em diferentes latitudes e longitudes, os alunos inventam seus trajetos traçados por uma sexualidade que potencializa vidas, assim fazem outros movimentos com seus corpos e se mostram como máquinas desejantes neste espaço.

Palavras-chave


Sexualidade, máquina escolar, filosofia da diferença, esquizografias

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MOMENTO - Diálogos em Educação, E-ISSN 2316-3100, Rio Grande/RS, Brasil

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