PRÁTICAS CORPORAIS E GÊNERO
A PRODUÇÃO DA SUBJETIVIDADE VIRIL NA ESCOLA
DOI:
https://doi.org/10.63595/de.v13i1.19128Resumo
Este estudo, fundamentado em uma abordagem pós-crítica e inspirado por Foucault, investiga as relações de gênero e a produção de subjetividades nas aulas de Educação Física em uma escola pública e, a partir da observação participante e do diário de campo, analisa como discursos de virilidade e normas de masculinidade hegemônica moldam comportamentos e influenciam dinâmicas pedagógicas. A pesquisa revela silêncios e resistências diante de temas, como gênero e sexualidade, frequentemente tratados como secundários. Destaca-se a atuação docente na reprodução (ou contestação) de estereótipos, especialmente quando meninas são desvalorizadas nas práticas esportivas. Também são analisadas tensões provocadas por discursos conservadores e o impacto da chamada “ideologia de gênero” no ambiente escolar. Por fim, este estudo aponta para a necessidade de práticas pedagógicas mais inclusivas e reflexivas, capazes de romper com modelos binários e normativos, valorizando múltiplas expressões corporais como forma de resistência e transformação no cotidiano escolar.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Diversidade e Educação

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os trabalhos publicados na Revista Diversidade e Educação são disponibilizados em acesso aberto e de forma gratuita ao público.
Ao submeter e publicar seus manuscritos neste periódico, os autores permanecem detentores dos direitos autorais sobre suas obras e concedem à revista o direito de primeira publicação. Os textos publicados ficam licenciados sob a Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0), que autoriza o compartilhamento, a distribuição, a reprodução e a adaptação do conteúdo em qualquer meio ou formato, desde que seja atribuído o devido crédito à autoria e à publicação inicial nesta revista.
Os autores também poderão firmar, de maneira independente, outros acordos para distribuição não exclusiva da versão publicada do trabalho, incluindo sua disponibilização em repositórios institucionais, páginas pessoais ou outros meios de divulgação acadêmica, desde que seja mencionada a autoria e a publicação original neste periódico.




