A DESNATURALIZAÇÃO DA IDEIA DE TRANSIÇÃO: DIÁLOGOS ENTRE A PSICOLOGIA E A FILOSOFIA SOBRE A ADOLESCÊNCIA E GÊNERO
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v12i1.16847Resumo
Esse dossiê objetivou apontar como a ideia de adolescência é resultado de uma construção social e cultural, e advertir sobre o perigo de uma obrigatoriedade de passagem para a vida adulta, que acometem todos os sujeitos pós infância. Paralelo a isso, esse texto buscou desnaturalizar a identificação de gênero, por revisão de literatura, pautado em obras do Philippe Àries e Neil Postman, “História social da criança e da família (1981) e o Desaparecimento da infância (1999), respectivamente” para pensar a ideia de adolescência, assim como com as obras de Judith Butler e Paul Preciado: “Desfazendo Gênero (2004) e Eu sou o monstro que vos fala (2022), respectivamente” para discutirmos a ideia de gênero. Buscando um diálogo que possa transgredir a hegemonia de gênero que oprimiu e segue oprimindo outras formas de ser e estar no mundo. Os resultados mostraram que a invenção de gênero oprime, patologiza e cria necessidades reparatórias de adequação e subalternidade, assim como a Psicologia ocupou muitas vezes o lugar de um etnocentrismo e que é necessária a construção de uma Psicologia transgressora, que coadune com os direitos humanos.
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