PROGRAMA AFROUNEB
UM "MOVIMENTO NEGRO EDUCADOR"
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v11i1.14174Resumo
O texto compõe um dos capítulos da tese[1] de doutorado “O que a gente não registra, o vento leva: diálogos com intelectuais negros(as) da Bahia”, defendida na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Contém reflexões sobre uma experiência no programa de formação de professores(as) AfroUneb, apresentando a sua proposta e desdobramentos. Afirma-se o método da história oral utilizado nas entrevistas com os(as) participantes da formação, possibilitando a ressignificação de memórias. Entende-se o AfroUneb como um “Movimento Negro Educador”, agente promotor da implementação da Lei 10.639/03 na Bahia.
[1]A pesquisa contou com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) através do programa Bolsa Faperj Nota 10.
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