“A SENHORA FALA, FALA O QUE É TRAVESTI, E EU AINDA NÃO ENTENDI”: AS DISCUSSÕES SOBRE A TRANSGENERIDADE E A INVISIBILIDADE TRAVESTI EM UMA ESCOLA NO CAMPO
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v9iEspecial.12680Resumen
Neste trabalho adentramos um contexto ainda pouco explorado nas pesquisas, o campo que, embora mantenha um fluxo com a cidade, apresenta singularidades. Dessa maneira, investigamos os discursos sobre sexualidade construídos em uma escola municipal no campo, localizada em Jequié-BA. Para atingir esse objetivo, acompanhamos a professora regente e as(os) estudantes na disciplina Educação para Sexualidade durante uma unidade escolar (cerca de três meses). No início da observação participante, alguns/algumas discentes nos relataram que gostariam de entender melhor sobre as identidades não cisgêneras e os processos discriminatórios. Percebemos que os(as) discentes desconheciam a identidade travesti, o que pode estar relacionado ao não contato com elas. Sobre as mulheres e homens trans, elas(es) associaram ás pessoas midiáticas como, por exemplo, Glamour Garcia, Thammy Miranda e o personagem Ivan da novela “A Força do Querer” da rede Globo. Houve quem discordasse do uso do nome social pelas travestis e mulheres e homens trans.
Descargas
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Diversidade e Educação

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os trabalhos publicados na Revista Diversidade e Educação são disponibilizados em acesso aberto e de forma gratuita ao público.
Ao submeter e publicar seus manuscritos neste periódico, os autores permanecem detentores dos direitos autorais sobre suas obras e concedem à revista o direito de primeira publicação. Os textos publicados ficam licenciados sob a Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0), que autoriza o compartilhamento, a distribuição, a reprodução e a adaptação do conteúdo em qualquer meio ou formato, desde que seja atribuído o devido crédito à autoria e à publicação inicial nesta revista.
Os autores também poderão firmar, de maneira independente, outros acordos para distribuição não exclusiva da versão publicada do trabalho, incluindo sua disponibilização em repositórios institucionais, páginas pessoais ou outros meios de divulgação acadêmica, desde que seja mencionada a autoria e a publicação original neste periódico.




