ESPELHO: AUTOETNOGRAFIA DE TRAJETÓRIA NA VIDA, NO TRABALHO E NA MILITÂNCIA

Marielda Barcellos Medeiros

Resumo


Esta escrita tem como objetivo, a realização de uma autoetnografia, onde tomo como base minhas experiências de vida, docência e militância. Minha opção por esta metodologia se ancora na possibilidade de poder relacionar as trajetórias que, de certo modo, me impulsionaram e ainda impulsionam a relação que estabeleço com o mundo. Escolher a autoetnografia foi estabelecer a partir da delimitação do foco aqui estabelecido, a compreensão dos contextos de vivência, de sentimentos e aprendizagem do sujeito que se investiga.

Palavras-chave: Trajetória; Militância; Autoetnografia; Negritude


Texto completo:

PDF

Referências


ARAÚJO, M. Essa Tal Apropriação Cultural, Canal Muro Pequeno. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=bFwJkIO-CwU&t=305s. Acesso em 10 de nov. de 2017.

CAVALLEIRO, Eliane dos Santos. Do silêncio do lar ao silêncio escolar: racismo, preconceito e discriminação na educação infantil. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1998.

CHARLOT, Bernard. Relação com o Saber, Formação dos Professores e Globalização: questões para a educação hoje, Porto Alegre: Artmed, 2005.

CHAUÍ, M. DE S. Convite à Filosofia. 14ª ed. São Paulo: Ática, 2010.

FARIAS, P. F. De Moraes. “Afrocentrismo: entre uma contranarrativa histórica universalista e o relativismo cultural”. In Afro-Ásia, 29/30 (2003), 317-343.

GOMES, N. L. Sem perder a raiz: Corpo e cabelo como símbolos da identidade negra. Editora Autêntica: Belo Horizonte, 2008.

LARROSA, Jorge. Nota sobre a experiência e o saberde experiência. Revista Brasileira de Educação, n.19, p. 20-28, jan/fev/mar/abr. 2002.

MUNANGA, K.(org). Superando o racismo na escola. 2ª edição revisada. Brasília: Ministério da Educação; Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005.

NASCIMENTO, Abdias. Os Orixás de Abdias. Pinturas e poesia de Abdias Nascimento/Organizadora Elisa Larkin Nascimento. Brasília: IPEAFRO e Fundação Cultural Palmares, 2006.

OYÈWÚMI, Oyèronké. Family bonds/Conceptual Binds: African notes on Feminist Epistemologies. Signs, Vol. 25, No. 4, Feminisms at a Millennium (Summer, 2000), pp. 1093-1098. Tradução para uso didático por Aline Matos da Rocha.

RAMOS, G. A Invisibilidade da Estética Negra. Blogueiras Negras – Site Eletrônico, 2014. Disponível em: http://blogueirasnegras.org/2014/01/20/esteticaliberdades-moda-e-identidade/.

SILVEIRA, Hendrix. “Não somos filhos sem pais”: história e teologia do Batuque do Rio Grande do Sul. São Leopoldo: Faculdades EST, 2014. 134 f. Dissertação (Mestrado em Teologia – área de concentração Teologia e História) – Programa de Pós-Graduação em Teologia, Faculdades EST, São Leopoldo, 2014.

XAXIER, José Valterdinan Mesquita, “A relação afrocentrismo x afrocentricidade: uma breve consideração” In Filosofia Africana Brasil. edição N. 1. Novembro/2017 - revista eletrônica - Disponível em: . Acesso em maio de 2019.




DOI: https://doi.org/10.14295/de.v7iEspecial.9491

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


E-ISSN: 2358-8853

Indexadores
  

PROPESQ

PROPESQ

PROPESQ PROPESQ PROPESQ