NARRAR PARA RESISTIR
AUTOETNOGRAFIA SOBRE AS MASCULINIDADES QUE INTERPELAM O FAZER DOCENTE NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
DOI:
https://doi.org/10.63595/dedu.v13i2.20042Resumo
O artigo aborda a temática das masculinidades em contextos escolares, especialmente em aulas de educação física, frente à onda de proibições da discussão de gênero no Brasil. O objetivo é analisar, por meio de uma narrativa autoetnográfica, como as experiências docentes constituem espaços de disputa e negociação das masculinidades, tanto dos alunos quanto dos professores. A metodologia consiste em uma narração autoetnográfica que permite refletir experiências vividas pelo professor na escola. A análise revela tensões entre masculinidades hegemônicas e alternativas, manifestas em conflitos em aulas e eventos esportivos, evidenciando a precariedade emocional da docência. Como conclusão, o estudo destaca que a docência democrática e comprometida com a justiça de gênero envolve disputas simbólicas, cuidados e autoridade, e reforça que a escrita autoetnográfica funciona como ato político para problematizar lógicas violentas de masculinidade e promover reflexões para uma educação mais inclusiva e justa.
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