PRÁTICAS CORPORAIS E GÊNERO
A PRODUÇÃO DA SUBJETIVIDADE VIRIL NA ESCOLA
DOI:
https://doi.org/10.63595/de.v13i1.19128Resumo
Este estudo, fundamentado em uma abordagem pós-crítica e inspirado por Foucault, investiga as relações de gênero e a produção de subjetividades nas aulas de Educação Física em uma escola pública e, a partir da observação participante e do diário de campo, analisa como discursos de virilidade e normas de masculinidade hegemônica moldam comportamentos e influenciam dinâmicas pedagógicas. A pesquisa revela silêncios e resistências diante de temas, como gênero e sexualidade, frequentemente tratados como secundários. Destaca-se a atuação docente na reprodução (ou contestação) de estereótipos, especialmente quando meninas são desvalorizadas nas práticas esportivas. Também são analisadas tensões provocadas por discursos conservadores e o impacto da chamada “ideologia de gênero” no ambiente escolar. Por fim, este estudo aponta para a necessidade de práticas pedagógicas mais inclusivas e reflexivas, capazes de romper com modelos binários e normativos, valorizando múltiplas expressões corporais como forma de resistência e transformação no cotidiano escolar.
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