EXCLUSÃO DE CORPOS E CORPOREIDADES DISSIDENTES
ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE A TRANSEXUALIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v12i1.16697Resumo
O artigo analisa produção científica brasileira acerca da transexualidade no âmbito escolar entre 2010-2019. Desenvolvemos pesquisa bibliográfica, com abordagem qualitativa, junto ao Portal de Periódicos da CAPES, consoante descritores: transexualidade AND escola AND educação. Apontamos como resultados: estudos sobre transexualidade e escola originam-se em instituições públicas de ensino, concentrando-se geoespacialmente nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. São produzidos, majoritariamente, por mulheres e se utilizam de aporte teórico fundamentado, principalmente, nas autorias de Judith Butler, Michel Foucault, Berenice Bento e Guacira Louro, tendo-se em Louro a preponderância de citações. As áreas de produção prioritárias são humanidades e ciências sociais, refletindo-se acerca da construção social e histórica da transexualidade; direitos e deveres do ser trans: corpo político, e; narrativas de estudantes (trans) e professores relacionados à transexualidade. Evidenciamos que escolas são instituições excludentes em relação à inserção das pessoas trans, que sofrem distintos processos de exclusão e violências em seus corpos/corporeidades.
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