“JAMIE, PARE DE ESPERAR PERMISSÃO PARA SER VOCÊ.”:
POSSIBILIDADES DE (RE)EXISTÊNCIAS EM ARTEFATOS CULTURAIS
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v9iEspecial.12681Resumo
Aos 16 anos de idade Jamie decide se tornar uma drag queen e ir à sua formatura usando um vestido. Desdobramentos no cotidiano com a escola, amigas/os e família nos levam a refletir acerca dos saberes, olhares e relações que vimos (re)constituindo acerca das masculinidades, homossexualidades masculinas, práticas e espaços para aquelas/es que não estão em conformidade com a norma. Baseado no documentário Jamie: Drag Queen at 16, o musical Everybody’s Talking About Jamie aposta na celebração da diversidade ao invés de sua classificação e inferiorização. Sujeitos LGBTTI+ constantemente passam por violências, físicas e simbólicas, mostrando a importância da representatividade nas produções culturais. Investimentos que oportunizam debates para (re)construção de olhares, saberes e imaginários estigmatizados. Busco discutir sobre o papel pedagógico de produções culturais me ancorando nas contribuições de Michel Foucault, da perspectiva pós- estruturalista, dos estudos feministas e de masculinidades.
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