“A SENHORA FALA, FALA O QUE É TRAVESTI, E EU AINDA NÃO ENTENDI”: AS DISCUSSÕES SOBRE A TRANSGENERIDADE E A INVISIBILIDADE TRAVESTI EM UMA ESCOLA NO CAMPO
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v9iEspecial.12680Resumo
Neste trabalho adentramos um contexto ainda pouco explorado nas pesquisas, o campo que, embora mantenha um fluxo com a cidade, apresenta singularidades. Dessa maneira, investigamos os discursos sobre sexualidade construídos em uma escola municipal no campo, localizada em Jequié-BA. Para atingir esse objetivo, acompanhamos a professora regente e as(os) estudantes na disciplina Educação para Sexualidade durante uma unidade escolar (cerca de três meses). No início da observação participante, alguns/algumas discentes nos relataram que gostariam de entender melhor sobre as identidades não cisgêneras e os processos discriminatórios. Percebemos que os(as) discentes desconheciam a identidade travesti, o que pode estar relacionado ao não contato com elas. Sobre as mulheres e homens trans, elas(es) associaram ás pessoas midiáticas como, por exemplo, Glamour Garcia, Thammy Miranda e o personagem Ivan da novela “A Força do Querer” da rede Globo. Houve quem discordasse do uso do nome social pelas travestis e mulheres e homens trans.
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