As ambiguidades nos atos performativos dos rapazes negros estudantes: possibilidades para uma educação libertadora

Suely Aldir Messeder, Elisete Santana da Cruz França, Maria Nazaré Mota de Lima

Resumo


O artigo escrito por três mulheres pesquisadoras, educadoras e negras buscou compreender como os jovens negros reinterpretam as brincadeiras infantis na construção de suas masculinidades, mediante a
reconstrução das narrativas destes rapazes, no âmbito de um grupo focal desenvolvido no contexto escolar soteropolitano. Na analise destas narrativas foi possível identificar que a brincadeira de luta ou a briga é mais praticada por eles, embora tivessem elencado o pega-pega, futebol, rasteira, handebol, esconde-esconde, os desenhos animados animes, papai e mamãe. Na interpretação sobre a luta reportou-se a outras dimensões que se coloca na ambiguidade entre o natural e cultural (aprendizado), daí a possibilidade de apostar nas zonas dos interstícios, enfrentando a moralidade da maioria, tendo como conteúdo a ser trabalhado as diversidades das próprias vivências. Embora, o foco de análise centra-se nas narrativas destas vivências, foi considerado as
lógicas de opressão da desigualdade de classe, do racismo, do sexismo e da heteronormatividade estruturadas e estruturantes destas vivências.

Palavras-chave


Atos performativos; Contexto escolar; Gênero; Masculinidades

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DOI: https://doi.org/10.14295/momento.v26i1.7062

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MOMENTO - Diálogos em Educação, E-ISSN 2316-3100, Rio Grande/RS, Brasil

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