DONAS DO PLACAR: UMA EXPERIÊNCIA DE RADIOJORNALISMO ESPORTIVO COM O PROTAGONISMO DAS MULHERES
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v8i2.11588Resumo
O protagonismo das mulheres no jornalismo esportivo é um desafio cultural e social. Nas coberturas esportivas, a visibilidade de homens é hegemônica entre atletas e profissionais da imprensa, sendo raras as exceções. No presente artigo, apresentamos os primeiros resultados do Donas do Placar, projeto de extensão que formou uma equipe de radiojornalismo formada exclusivamente por mulheres e realizou a transmissão experimental de jogos da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2019. As discentes que participaram do projeto desenvolvido no departamento de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, produziram conteúdos multimídia e seu trabalho foi reconhecido pela comunidade local.
Downloads
Referências
Referências
BERGMAN, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade. Petrópolis: Vozes, 2004.
BUENO, Noemi Corrêa. A invisibilidade das mulheres em programas esportivos de TV: estudo de casos no Brasil e em Portugal. Tese (Doutorado), 2018, 408f. Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação, Bauru, 2018.
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. Rio de Janeiro: Boitempo, 2016.
FOUCAULT, Michael. Microfísica do Poder. São Paulo: GRAAL, 2012
GOELLNER, Silvana. Mulher e esporte no Brasil: entre incentivos e interdições elas fazem história. Pensar a Prática (UFG), Goiânia, v. 8, n.1, p. 85-100, 2005.
HALL, Stuart. Da diáspora: Identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013.
HARAWAY, Donna. “Gênero” para um dicionário marxista: a política sexual de uma palavra. Cadernos Pagu, Campinas, n. 22, p. 201-246, jun. 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-83332004000100009&lng=pt&nrm=iso. Acesso em 5 mai. 2016.
JHALLY, Sut. The codes of gender: Media Education Foundation. Disponível em: www.mediaed.org/discussion-guides/The-Codes-of-Gender.pdf. Acesso em: 1 abr. 2020.
MEDITSCH, Eduardo. O jornalismo é uma forma de conhecimento? Media & Jornalismo, n. 1, p. 9-22, 2002.
SCOTT, Joan Wallach. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e Realidade, v. 20, n. 2, p. 71-79, 1995. Disponível em: http://www.direito.mppr.mp.br/arquivos/File/SCOTTJoanGenero.pdf. Acesso em 9 out. 2016.
SILVA, Ana Célia da. A desconstrução da discriminação no livro didático. In: MUNANGA, Kabengele (Org.). Superando o racismo na escola. Ministério da Educação, Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Brasília, DF: 2015.
VEIGA DA SILVA, Márcia. Saberes para a profissão, sujeitos possíveis: um olhar sobre a formação universitária dos jornalistas e as implicações dos regimes de poder-saber nas possibilidades de encontro com a alteridade. Tese (Doutorado), 2015, 276f. Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2015.
_________________. Masculino: o gênero do jornalismo. Florianópolis: Ediufsc, 2014.
UFSC, 2020, p. 22.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2021 Diversidade e Educação

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.




