NOME SOCIAL COMO PRINCÍPIO IDENTITÁRIO PARA PRESERVAÇÃO DA PERMANÊNCIA DE TRAVESTIS E TRANSSEXUAIS NO ENSINO SUPERIOR
DOI:
https://doi.org/10.63595/de.v13i1.19085Abstract
O objetivo desse artigo é analisar os impactos causados pelo não uso do nome social de pessoas transexuais e travestis no contexto de uma universidade pública. A fundamentação teórica está inserida no campo dos Direitos Humanos e de pesquisas que falam sobre ações afirmativas no meio acadêmico. A metodologia é de natureza empírica, a qual se utilizou de uma investigação de base qualitativa. Foram entrevistadas sete estudantes transexuais e travestis de uma instituição pública de ensino superior, localizada na região metropolitana de São Paulo. A pesquisa revelou que o nome social ainda é pouco utilizado por parte de docentes, muitas vezes de maneira intencional, para indicar alguma estratégia de violência transfóbica.
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