OBOROZ
MASCULINIDADES NEGRAS, CULTURA HIP-HOP E A GANGSTA PEDAGOGIA DO RAPPER DJONGA
DOI:
https://doi.org/10.63595/dedu.v13i2.20077Resumo
Este texto, escrito em perspectiva ensaística, propõe uma encruzilhada multidisciplinar entre memórias de experiências docentes no ambiente escolar, análise e crítica cultural da obra iconográfica do rapper Djonga – com ênfase nas identidades visuais de seus álbuns lançados entre 2017 e 2025 – e diálogos com o Pensamento Feminista Negro, o Pensamento Negro Radical e os Estudos sobre Masculinidades Negras. Busca-se problematizar a urgência política da reontologização de meninos e homens negros e da reconfiguração de suas masculinidades por meio da cultura Hip-Hop e da educação. A partir das reflexões sobre a obra iconográfica djonguiana, propõe-se a pedagogia gangsta como uma práxis pedagógica insurgente, capaz de articular fundamentos ontoepistemológicos negro-referenciados, coerentes e adequados à (re)educação de meninos e homens negros.
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