O CLUBE DA LUTA E AS MUITAS FORMAS DE “SER SUJEITO HOMEM”
DOI:
https://doi.org/10.63595/dedu.v13i2.20076Resumo
Esse artigo discute como as masculinidades, especialmente negras e periféricas, são construídas em contextos marcados pela necropolítica, pelo racismo estrutural e pela exclusão social. Analisa experiências escolares e cotidianas, como o “Clube da Luta” organizado por estudantes, para refletir sobre performances de ser “sujeito homem” — associadas à violência, virilidade e sobrevivência em cenários de vulnerabilidade. Mostra como o patriarcado e o currículo escolar produzem necrocurrículos que silenciam vidas e histórias, reforçando estigmas que criminalizam meninos negros. Ao mesmo tempo, aponta resistências e reinvenções que reafirmam a humanidade frente às políticas de morte. O texto também relaciona essas masculinidades à misoginia, à hipersexualização e às contradições impostas pelo sistema, revelando como corpos negros transitam entre pertença, estigmatização e violência. A crítica central é à naturalização de hierarquias de gênero e raça que definem quais vidas importam e quais são descartáveis.
Palavras-chave: necropolítica, masculinidade, racismo, resistência.
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