PEDAGOGIAS MILITARIZANTES COMO MODOS DE PRODUZIR MASCULINIDADES: GÊNERO, CONTROLE E RESISTÊNCIA NAS ESCOLAS DE FORMAÇÃO MILITAR
DOI:
https://doi.org/10.63595/dedu.v13i2.19987Resumo
Este artigo objetiva analisar as experiências do corpo masculino em escolas de formação militar, compreendendo-o como território de produção de masculinidades. Ancorado em epistemologias pós-críticas, utilizou-se a conversa como procedimento metodológico central na relação com os participantes. As narrativas dos participantes foram atravessadas por marcadores como raça, gênero e classe. Com base nos relatos, identificamos que as escolas militares operam como dispositivos pedagógicos que produzem masculinidades hegemônicas por meio do controle, da hierarquia e do silenciamento. No entanto, mesmo em contextos de intensa normatização, emergem fissuras, deslocamentos e tensões, especialmente em experiências de homens negros, gays e dissidentes de gênero.
PALAVRAS-CHAVE: Masculinidades. Corpo. Pedagogias Militarizantes. Interseccionalidade.
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