CURRÍCULO, PRÁTICAS DOCENTES E MASCULINIDADES
DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA UMA EDUCAÇÃO EMANCIPADORA
DOI:
https://doi.org/10.63595/dedu.v13i2.19793Resumo
Este artigo analisa criticamente a construção social da masculinidade e sua influência no currículo e nas práticas docentes da educação básica brasileira. A partir de uma revisão teórica fundamentada em autores como Judith Butler, Pierre Bourdieu, bell hooks, Michael Apple e Paulo Freire, discute-se de que maneira o currículo, tanto explícito quanto oculto, pode reproduzir ou desafiar masculinidades hegemônicas. Destacam-se estratégias pedagógicas e propostas para a formação docente voltadas à promoção da equidade de gênero e à valorização da diversidade. O texto conclui que a problematização da masculinidade no contexto escolar é fundamental para a construção de uma educação democrática, crítica e transformadora, comprometida com a justiça social e o respeito às diferenças.
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