BILLY ELLIOT
PROBLEMATIZANDO SABERES E PODERES RELACIONADOS AO GÊNERO, À SEXUALIDADE E À INFÂNCIA
DOI:
https://doi.org/10.63595/de.v13i1.18953Resumo
Este estudo investiga os mecanismos de assujeitamento cultural envolvendo a constituição do corpo, do gênero e das sexualidades na infância a partir no filme Billy Elliot (2000). Metodologicamente, configura-se como uma investigação de abordagem qualitativa, sustentada na correlação de fontes bibliográficas e audiovisuais, ancorada nas teorias pós-críticas. A película instiga-nos a repensar valores e conceitos no tocante às masculinidades e às feminilidades ao evidenciar processos de assujeitamento, estratégias de saber e poder que, ao determinarem os lugares socialmente aceitáveis para o gênero, também desencadeiam possibilidades de resistências a essas estruturas hegemonicamente determinadas. Sob uma perspectiva butleriana, leva-nos a entender o gênero como uma construção cultural recusando que ele seja visivelmente fixo como o sexo ou uma decorrência casual deliberada por sua composição biológica, um dado da natureza ou do destino. O gênero é exaltado como uma absoluta descontinuidade entre corpos sexuados e gêneros culturalmente edificados.
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