JUVENTUDES PERIFÉRICAS E O HIP HOP ALAGOANO
RELAÇÕES DE GÊNERO, POLÍTICAS E SOCIOCULTURAIS
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v12i1.17273Resumo
O presente estudo é oriundo de uma dissertação de mestrado vinculada ao grupo de pesquisa Juventudes, Culturas e Formação da Universidade Federal de Alagoas. Partimos da problematização em torno das relações de gênero, políticas e socioculturais existentes entre as juventudes e suas culturas periféricas urbanas, mas especificamente no movimento hip hop. Desse modo, nesse texto, pretendemos dialogar analiticamente com os Estudos culturais, a tendência pós-estruturalista e a perspectiva sócio-histórica para além das discussões advindas da teoria da Reprodução Social. Como abordagem metodológica foi realizada uma etnografia urbana (2015-2016) com jovens entre 18 e 27 anos de idade em um bairro periférico de Maceió. Os resultados apontam que ainda tem sido limitada as discussões em prol do reconhecimento e empoderamento de gênero, identitário, cultural e político entre os/as jovens e suas culturas periféricas, seja do âmbito social ao acadêmico.
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