(DES)SEXUALIZANDO
AGENCIAMENTOS DESEJANTES EM UMA PESQUISA COM JOVENS
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v12i1.17252Resumo
Este artigo trata da descodificação dos códigos culturais de compulsoriedade, remetida à sexualidade de jovens, a partir da concepção deleuze-guattariana de agenciamento. Analisa o agenciamento juvenil da (des)sexualidade e investiga as capacidades de afetar e serem afetados de alunos da iniciação científica do ensino médio (IC-EM). O campo foi realizado em três escolas públicas de uma cidade do interior paulista, acompanhadas longitudinalmente por quatro anos e meio, como parte de uma pesquisa participante. Estes jovens puderam abordar o assédio, as violências morais e sexuais, gravidez, infecções sexualmente transmissíveis, e questões de saúde mental associadas a esses temas. A pesquisa possibilitou a ampliação do leque de enunciações sobre a sexualidade, que incluiu a prevenção do abuso e o uso do prazer em seus próprios agenciamentos maquínicos. O espaço protegido da pesquisa pode fortalecer o clima amistoso e propiciou que as capacidades de afetar e serem afetados dos IC-EM se intensificassem.
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