O QUE AS CORES (NÃO) DIZEM SOBRE GÊNERO E SEXUALIDADE?
INFÂNCIAS, IMAGENS E EDUCAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v10i2.14635Resumo
Neste artigo, intenta-se problematizar de que maneiras as construções de gênero e a sexualidade interpelam os artefatos culturais destinados às infâncias e à Educação Infantil, sobretudo no tocante às cores. Utiliza-se da metodologia da pesquisa bibliográfica e debruça-se sobre os aspectos conceituais, históricos e políticos do gênero e da sexualidade, formulados pelos Estudos de Gênero. Também se evidenciam os atravessamentos que gênero e sexualidade promovem nos corpos e, ao mesmo tempo, as resistências que os corpos podem manifestar a tais forças. Por conseguinte, relaciona construção de gênero e sexualidade aos universos e artefatos endereçados às infâncias, recorrendo às bibliografias referentes à temática e aos documentos afetos à Educação Infantil. Compreende-se que as construções de gênero e sexualidade são engendradas social, histórico e culturalmente às infâncias, antes mesmo do nascimento do indivíduo; e delimitam as atuações de masculinidade e feminilidade conforme normatizações específicas, principalmente pelas cores azul e rosa.
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