MULHERES INDÍGENAS UNIVERSITÁRIAS: PROBLEMATIZANDO AÇÕES AFIRMATIVAS
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v9iEspecial.12633Resumo
Este artigo busca analisar as experiências de algumas indígenas universitárias da FURG, problematizando sua presença e os desafios de estarem na Universidade, a partir das ações afirmativas, as quais foram produzidas em uma governamentalidade neoliberal democrática. Essa conquista implica resistir às comunidades indígenas que, historicamente, não aceitam a igualdade de direitos entre homens e mulheres, e também à realidade universitária, com costumes diferentes que as subjetivam. Assim, no caminho da investigação narrativa, a partir das experiências vivenciadas pelas mulheres indigenas universitárias, nas dificuldades e conflitos que as cercam, desde sua aldeia até a academia, evidenciando que, para além dessa razão política que busca incluir os/as cidadãos/as para governá-los/as, resta-lhes uma terceira luta que vem com elas de sua aldeia, chegando à universidade: a luta por igualdade de direitos entre homens e mulheres, cidadãos/as de direitos, trazidos para um novo espaço, democraticamente.
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