El Bosque Nacional de Carajás en Pará y los Jóvenes de la Región –

¿Cómo funciona esta relación?

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.63595/ambeduc.v29i2.16172

Palabras clave:

Amazonía, Escuelas Públicas, Bosque de Carajás, Representaciones Sociales

Resumen

Este estudio buscó analizar las representaciones sociales de estudiantes de educación básica de escuelas públicas de la región de Carajás del Bosque Nacional de Carajás. El enfoque adoptado fue descriptivo y cualitativo, basado en la Teoría de las Representaciones Sociales, adoptando un enfoque procedimental. El estudio se realizó con 30 estudiantes de escuelas públicas residentes en el municipio de Parauapebas, en el estado de Pará, durante el año 2023. Para la recolección de datos se adoptó un cuestionario sociodemográfico y una entrevista semiestructurada, que fueron transcritas y analizadas mediante la técnica de triangulación, con apoyo del software Atlas.ti 23. Los resultados indicaron que existe una notable diversidad en las representaciones sociales de FLONA Carajás, revelando desconexión entre los estudiantes y la naturaleza local. La comprensión del bosque varió, mostrando cierto nivel de desconocimiento entre los estudiantes sobre la región, pero con representaciones positivas y preocupaciones ambientales presentes.

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Biografía del autor/a

Cláudio Gustavo Borges de Aguiar, Universidade Estácio de Sá (UNESA-RJ) - Brasil

 Mestre em Educação - Universidade Estácio de Sá - RJ. E-mail: gustavo.borges.aguiar11@gmail.com

Patricia Diana Edith Belfort de Souza e Camargo Ortiz Monteiro, Universidade Estácio de Sá (UNESA-RJ) - Brasil

Doutora em Ciências Ambientais - Universidade de Taubaté – SP. Professora dos Programas de Pós-graduação em Educação - Universidade Estácio de Sá- RJ e em Desenvolvimento Humano e Educação – UNITAU-SP. E-mail: patricia.ortiz@unitau.br 

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Publicado

2025-12-24

Cómo citar

Aguiar, C. G. B. de, & Ortiz Monteiro, P. D. E. B. de S. e C. (2025). El Bosque Nacional de Carajás en Pará y los Jóvenes de la Región – : ¿Cómo funciona esta relación?. Ambiente & Educação: Revista De Educação Ambiental, 30(3), 1–23. https://doi.org/10.63595/ambeduc.v29i2.16172

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