Educação para a sexualidade: componente curricular da escola?

Autores

  • Juliana Lapa Rizza Universidade Federal do Rio Grande, FURG, Rio Grande, Rio Grande do Sul.

Resumo

Na escola filas que separam meninos e meninas. Presos na porta dos banheiros, uma bonequinha de vestido e lacinho na cabeça e um bonequinho de bermuda e boné demarcam onde meninos e meninas devem transitar. No pátio e na educação física, bola de futebol para os meninos e bola de vôlei para as meninas. A partir desses e de outros exemplos que podem ser encontrados em algumas escolas, é possível perceber o quanto essa instituição apresenta-se como um espaço sexualizado e generificado. E a escola tem buscado promover práticas pedagógicas que problematizam essas questões? As questões de gênero e sexualidade são entendidas como componentes do currículo?

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Biografia do Autor

Juliana Lapa Rizza, Universidade Federal do Rio Grande, FURG, Rio Grande, Rio Grande do Sul.

Doutora em Educação Ambiental.

Referências

FOUCAULT, Michael. História da Sexualidade I: a vontade de saber. 18. ed. São Paulo: Graal, 2007. 176 p.

RIBEIRO, Paula Regina Costa. Inscrevendo a Sexualidade: discursos e práticas de professoras das séries iniciais do Ensino Fundamental. 2002. 125 f. Tese (Doutorado em Ciências Biológicas: Bioquímica), Instituto de Ciências Básicas da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2002.

______. Revisitando a história da educação sexual no Brasil. In: RIBEIRO, Paula Regina Costa (Org.). Corpos, gêneros e sexualidades: questões possíveis para o currículo escolar. 2. ed, Rio Grande: FURG, 2008. p. 11-16. (Caderno Pedagógico Anos Iniciais).

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Publicado

2017-02-18

Como Citar

Rizza, J. L. (2017). Educação para a sexualidade: componente curricular da escola?. Diversidade E Educação, 2(3), 20–30. Recuperado de https://periodicos.furg.br/divedu/article/view/6346