DOS MOVIMENTOS MASCULINISTAS AO MAL-ESTAR MASCULINO
DOI:
https://doi.org/10.63595/dedu.v13i2.19953Resumo
Este trabalhou buscou elucidar, a partir de uma leitura de inspiração psicanalítica, alguns pontos relacionados à produção de masculinidades, seus efeitos subjetivos e sociais no âmbito do que vem sendo denominado de machosfera e da problematização de alguns movimentos masculinistas e/ou comunidades de homens na internet. Para isso, elegemos a minissérie Adolescência, de modo a nos interrogarmos sobre o que levaria um menino a performar e atuar o pior do discurso machista e patriarcal. Desse modo, apesar de reconhecermos o crescente aumento de pesquisas sobre homens e masculinidades nas últimas décadas, materializado a partir de pesquisas realizadas em diversos campos disciplinares, constatamos a existência de uma lacuna importante em um campo-tema, que ainda carece de maior sistematização. Por fim, esses movimentos indicam que, contrariamente ao reconhecimento da crise que se abre como possibilidade de reinterpretação das masculinidades, há um recrudescimento daquela que se pretende hegemônica.
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