MASCULINIDADE COLONIAL
DES/AUTORIZAÇÃO E REEXISTÊNCIA NOS FUTEBÓIS A PARTIR DE UMA PEDAGOGIA DECOLONIAL
DOI :
https://doi.org/10.63595/dedu.v13i2.19881Résumé
Este artigo analisa como a masculinidade colonial opera na des/autorização de corporeidades desviantes nos futebóis, produzindo exclusões simbólicas e materiais que atravessam gênero, raça e sexualidade. A partir de uma perspectiva decolonial, a pesquisa busca compreender como tais mecanismos de poder são tensionados por práticas insurgentes e de reexistência. O estudo deriva de uma tese de doutorado defendida em 2023 e mobiliza entrevistas compreensivas com lideranças dos Movimentos Sociais do Futebol (MSF), adotando metodologia qualitativa. O objetivo específico é analisar como a noção colonial das masculinidades enraizada nos futebóis alternativos produz processos de (des)autorização de corpos dissidentes e como, a partir dessas experiências, emergem práticas pedagógicas decoloniais que reinventam a motricidade e o sentido de existir no esporte. Conclui-se que o futebol pode operar como território de reexistência e de invenção de novas sensibilidades corporais, desde que se desfaça dos pactos moderno/coloniais que estruturam sua gramática de gênero e poder.
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