GÊNERO E SEXUALIDADE NA EDUCAÇÃO
A DISPUTA POR UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA EM TEMPOS DE RETROCESSO
DOI:
https://doi.org/10.63595/de.v13i1.19199Resumo
As práticas escolares envolvendo gênero e sexualidade têm sido alvo de discursos e ações autocráticas nos últimos anos, agravadas pelo avanço da extrema direita no cenário brasileiro. Pensando no modo como essa onda reacionária atingiu a educação, propomo-nos, neste artigo, a verificar os modos de resistência de professores de Ciências, em suas práticas pedagógicas escolares voltadas ao gênero e à sexualidade, diante dos movimentos reacionários que se intensificaram a partir de 2018 no Brasil. Para tanto, desenvolvemos uma pesquisa qualitativa, da qual fizeram parte dezesseis professores de Ciências que lecionam nas redes pública e privada brasileiras. Os resultados demonstraram que os docentes buscam resistir à ideologia dominante a partir do diálogo com os estudantes e com a família, assim como do respaldo de suas práticas nos documentos norteadores da educação. A resistência dos professores, assim, dá-se de diferentes formas, sendo mais proeminente quando há o apoio da instituição escolar.
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