JUVENTUDES, RELAÇÕES ETNICO-RACIAIS E DE GÊNERO
(DES)CONSTRUÇÕES A PARTIR DO CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO FÍSICA
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v12i1.17293Resumo
O objetivo deste estudo foi problematizar as relações étnico-raciais e de gênero nos currículos de educação física, a partir das experiências de jovens estudantes do ensino técnico de nível médio no CEFET-MG. Um questionário foi aplicado a 157 estudantes com idade entre 15 e 18 anos. De forma geral, ainda que muitas/os estudantes tenham experiências positivas com a educação física, os relatos sobre as vivências do ensino fundamental apontam que a unidade curricular não tem sido um momento agradável para todas/os. A preservação dos estereótipos e opressões de gênero e do racismo estrutural indicam que é necessário que a educação física reconheça o lugar da diversidade em sua composição, investindo em práticas inclusivas e democráticas. Uma educação física que traz para seu cerne a diversidade cultural, social, étnica e de gênero constrói um caminho para que as/os jovens possam refletir a relação com seus corpos livres dos estereótipos.
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