POP, FUNK E RAP COMO CONTEÚDOS MUSICAIS PARA OS JOVENS NA ESCOLA
REFLEXÕES SOBRE GÊNERO, RAÇA E CLASSE
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v12i1.17268Resumo
Neste trabalho se reivindica que os gêneros musicais pop, funk e rap podem ser trabalhados como conteúdos musicais para jovens na escola, sendo pedagógica, estética e politicamente relacionados ao gênero, raça e classe. Nisto, reflete-se sobre gênero (Altmann, 2001 e 2005), sexualidade e mídias musicais (Vargas, 2016), e educação musical (Mariano; Schroeder 2022), suscitando como objeto disparador da discussão uma vivência pedagógica ocorrida em 2014, atrelando-a a acontecimentos e argumentações teóricas sob demandas educacionais, politizadas e artísticas do presente, na evidenciação de mudanças. Aqui se problematizou e enalteceu o rap, funk e pop em apontamentos críticos e compreensivos, reconhecendo que a escola ainda não tem primazia sobre tais conteúdos, mas eles estão nela mediante corpos, performances e performatividades de discentes e docentes que produzem, reproduzem, consomem, refletem e atribuem-lhes sentidos musicais representacionais, politizados e ficcionais.
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