CORPO-MANIFESTO E ARTE PERFORMATIVA DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.14295/de.v12i1.17135Resumo
O artigo percorre as noções de corpo-manifesto e arte performativa de gênero, tendo por objetivo problematizar os padrões heteronormativos que permeiam as relações de gênero e sexualidade, tecendo confluências entre a performance-manifesto de Pedro Lemebel e a arte performativa de jovens LGBTQIA+ em espaços acadêmicos. A construção teórico-metodológica se baseia nos estudos da performance, nos estudos de gênero-sexualidade e no pensamento da diferença e educação, tendo por procedimento de análise a leitura rizomática da performance-manifesto de Pedro Lemebel e a performance “Metamorfoses do Corpo” produzida por jovens LGBTQIA+ em espaço universitário. Apresenta o corpo-manifesto como a produção e a expressão de uma arte minoritária de corpos dissidentes que resistem, criam e afirmam as suas lutas e existências na sociedade. As discussões e resultados sinalizam a produção de artes e micropolíticas dos corpos dissidentes e a criação de espaços de heterotopias inventivas na educação.
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